Havan começa demitir. Estava tudo ok?

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A inauguração da Havan em Santa Cruz do Sul completa quatro meses nesta sexta-feira, 21. Depois da euforia da chegada da rede catarinense, pessoas que foram contratadas para trabalhar no local reclamam de demissões em massa. A situação teria começado logo após a virada do ano.

Uma das ex-funcionárias afirma que a alegação da gerência da loja envolve corte de custos em função de metas que não foram atingidas. “Eu trabalhava em outro local e pedi demissão para ir para a Havan. Fui selecionada, recebi treinamento e estive na abertura. Estava tudo bem mas no dia dois de janeiro acabei demitida”, afirma a jovem que pediu para não ser identificada.
Outro ex-funcionário da empresa, que também solicitou anonimato, alerta que as metas aumentaram depois da inauguração. “Antes era tudo uma maravilha mas depois parece que estabelecem metas para que elas não sejam atingidas”, reclama. Ele acabou demitido no dia 17 de fevereiro, justamente quando completou 90 dias de contrato. O jovem ainda alega q…

Polícia mata chefe da milícia, ex-capitão Adriano, do Rio e suspeito pela morte de Marielle

O ex-capitão do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega foi morto na manhã deste domingo (9) durante uma troca de tiros com a Polícia Civil do Rio. O ex-policial militar foi localizado numa área rural da Bahia, na cidade de Esplanada. A ação teve apoio da Secretaria de Estado de Segurança da Bahia.

Ele foi apontado pelo MP-RJ como o chefe do Escritório do Crime. A mãe do policial trabalhou no gabinete do atual senador Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O próprio parlamentar fez homenagens ao ex-capitão.

O ex-militar é suspeito de envolvimento com a morte da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL) - o crime aconteceu em março de 2018. Também integrava o chamado Escritório do Crime, grupo de matadores profissionais e que também faz exploração ilegal de imóveis.

De acordo com registros da Alerj, Flávio Bolsonaro foi o único a votar contra a proposta do deputado estadual Marcelo Freixo (PSol), atual deputado federal, para conceder a medalha Tiradentes em homenagem à vereadora quando o pessolista ocupava um cargo no Legislativo do estado do Rio. 

Em março, foram presos dois suspeitos de serem os assassinos de Marielle: o policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-militar Élcio Vieira de Queiroz. O primeiro é acusado de ter feito os disparos e o segundo de dirigir o carro que perseguiu a parlamentar.


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