URGENTE: OMS declara pandemia

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) declara uma pandemia do coronavirus, num reconhecimento de que a mera estratégia de conter a proliferação da doença já não seria suficiente. A classificação significa que uma transmissão recorrente está ocorrendo em diferentes partes do mundo e de forma simultânea.
Na prática, ao anunciar a pandemia, a agência de Saúde indica que governos devem trabalhar não mais para apenas conter um caso. Mas atuar para atender uma parcela da população mais ampla e vulnerável. Estratégias direcionadas apenas para identificar casos e isolar pessoas precisam ser trocadas para um plano sanitário que possa focar em evitar mortes.

A mudança no status não significa que a taxa de letalidade tenha sido incrementada. Mas que o risco de um contágio seria maior. Em apenas uma semana, o número de países afetados passou de 45 para mais de 110.

(Da coluna de Jamil Chade no UOL)

Greve nacional petroleira: a mais forte da categoria nos últimos anos. Veja a lista

Nos últimos anos a maior estatal brasileira responsável por melhorias na qualidade de vida do povo, a Petrobras, sofre ataques de todos os tipos para privatização e venda de suas refinarias.

O dano causado à estatal é visível no impacto negativo que causou no mercado de trabalho: são milhares de demissões e empresas fechadas.

Os petroleiros decidiram paralisar suas atividades em forma de protesto contra a política econômica adotada pelo ex-presidente Michel Temer e seguida à risca pelo atual governo Jair Bolsonaro.

A demissão de mil funcionários concursado foi o estopim para deflagrar o maior movimento de greve da empresa.

Veja o quadro nacional de greve das bases da FNP:

– Litoral Paulista

Refinaria Presidente Bernardes de Cubatão (RPBC);
Usina Termoelétrica Euzébio Rocha (UTE-EZR), também em Cubatão;
Terminal Transpetro Alemoa, em Santos;
Terminal Almirante Barroso (Tebar), em São Sebastião;
Unidade de Tratamento e Gás Monteiro Lobato (UTGCA), em Caraguatatuba; e plataformas de Mexilhão, P-66, P-67 e P-69.

– Rio de Janeiro
Plataformas –74, 75, 76 e 77;
Terminal Aquaviário da Bahia da Guanabara (TABG);
Terminal da Bahia de Ilha Grande (TEBIG);
Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ) .

– São José dos Campos
Refinaria Henrique Lages, em São José dos Campos (Revap).

– Manaus
Petroleiros realizam atraso na sede administrativa da UN-AM, em Manaus.

Greve em outros estados:

– Amazonas
Terminal de Coari (TACoari)
Refinaria de Manaus (Reman)

– Ceará
Plataformas – 09
Terminal de Mucuripe
Temelétrica TermoCeará
Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (Lubnor)

– Pernambuco
Refinaria Abreu e Lima (Rnest)
Terminal Aquaviário de Suape

– Bahia
UO-BA – 07 áreas de produção terrestre;
Refinaria Landulpho Alves (Rlam);
Terminal Madre de Deus
Usina de Biocombustíveis de Candeias (PBIO)

– Espírito Santo
Terminal Aquaviário de Vitória (TEVIT);
Unidade de tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC)
Sede administrativa da Base 61

– Minas Gerais
Termelétrica de Ibirité (UTE-Ibirité);
Refinaria Gabriel Passos (Regap);

– Rio de Janeiro
Plataformas – 27;
Terminal de Cabiúnas, em Macaé (UTGCAB);
Terminal de Campos Elíseos (Tecam):
Termelétrica Governador Leonel Brizola (UTE-GLB);
Refinaria Duque de Caxias (Reduc)

– São Paulo

Terminal de Guararema

Terminal de Barueri

Refinaria de Paulínia (Replan)

Refinaria de Capuava, em Mauá (Recap)

Plataformas – 04

Torre Valongo – base administrativa da Petrobras em Santos

– Mato Grosso do Sul

Termelétrica de Três Lagoas (UTE Luiz Carlos Prestes)

– Paraná

Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar)

Unidade de Industrialização do Xisto (SIX)

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FafenPR/Ansa)

Terminal de Paranaguá (Tepar)

– Santa Catarina

Terminal de Biguaçu (TEGUAÇU)

Terminal Terrestre de Itajaí (TEJAÍ)

Terminal de Guaramirim (Temirim)

Terminal de São Francisco do Sul (Tefran)

Base administrativa de Joinville (Ediville)

– Rio Grande do Sul

Refinaria Alberto Pasqualini (Refap)

– Rio Grande do Norte

Polo de Guamaré, Base 34 e Alto do Rodrigues – mobilizações parciais

Quadro nacional da greve – 10/02

40 plataformas

11 refinarias

18 terminais

7 campos terrestres

5 termelétricas

3 UTGC (processamento de gás)

1 usina de biocombustível

1 fábrica de fertilizantes

1 fábrica de lubrificantes

1 usina de processamento de xisto

1 complexo petroquímico

3 bases administrativas

Fonte: FNP

Com informações AEPET


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