Havan começa demitir. Estava tudo ok?

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A inauguração da Havan em Santa Cruz do Sul completa quatro meses nesta sexta-feira, 21. Depois da euforia da chegada da rede catarinense, pessoas que foram contratadas para trabalhar no local reclamam de demissões em massa. A situação teria começado logo após a virada do ano.

Uma das ex-funcionárias afirma que a alegação da gerência da loja envolve corte de custos em função de metas que não foram atingidas. “Eu trabalhava em outro local e pedi demissão para ir para a Havan. Fui selecionada, recebi treinamento e estive na abertura. Estava tudo bem mas no dia dois de janeiro acabei demitida”, afirma a jovem que pediu para não ser identificada.
Outro ex-funcionário da empresa, que também solicitou anonimato, alerta que as metas aumentaram depois da inauguração. “Antes era tudo uma maravilha mas depois parece que estabelecem metas para que elas não sejam atingidas”, reclama. Ele acabou demitido no dia 17 de fevereiro, justamente quando completou 90 dias de contrato. O jovem ainda alega q…

Filhas de militares: 52 mil mulheres custaram R$ 630 milhões. Governo esconde dados

As pensões pagas pelo Governo Federal às filhas solteiras de militares têm sido motivo de debate entre vários parlamentares em razão dos valores, considerados acima da média nacional. Agora surge mais um episódio constrangedor: os dados foram impedidos de serem acessados.

O governo não cumpre o que determina à Lei da Transparência quando o assunto é pensão de filhas de militares.

O Ministério da Defesa mantém sob sigilo quem são e quanto recebem de pensão vitalícia as filhas herdeiras de militares. Embora o Tribunal de Contas da União (TCU) tenha determinado, em setembro do ano passado, a divulgação de todos os valores pagos aos pensionistas do Poder Executivo, as Forças Armadas se recusam a abrir a caixa preta A justificativa do ministério é que não existe lei obrigando a apresentação desses dados. A interpretação é criticada por especialistas.

Ao menos 52 mil mulheres recebem, atualmente, valores mensais porque não se casaram “no papel” e porque seus pais, todos civis, trabalharam no governo federal antes de 1990. Nos dois últimos meses de 2019, essa quantia somou R$ 630 milhões.

(com informações de Estadão)


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