Havan começa demitir. Estava tudo ok?

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A inauguração da Havan em Santa Cruz do Sul completa quatro meses nesta sexta-feira, 21. Depois da euforia da chegada da rede catarinense, pessoas que foram contratadas para trabalhar no local reclamam de demissões em massa. A situação teria começado logo após a virada do ano.

Uma das ex-funcionárias afirma que a alegação da gerência da loja envolve corte de custos em função de metas que não foram atingidas. “Eu trabalhava em outro local e pedi demissão para ir para a Havan. Fui selecionada, recebi treinamento e estive na abertura. Estava tudo bem mas no dia dois de janeiro acabei demitida”, afirma a jovem que pediu para não ser identificada.
Outro ex-funcionário da empresa, que também solicitou anonimato, alerta que as metas aumentaram depois da inauguração. “Antes era tudo uma maravilha mas depois parece que estabelecem metas para que elas não sejam atingidas”, reclama. Ele acabou demitido no dia 17 de fevereiro, justamente quando completou 90 dias de contrato. O jovem ainda alega q…

Polícia do Rio de Janeiro engaiola 40 milicianos. Witzel chama Mourão de presidente

O governador Wilson Witzel, do Rio de Janeiro, deu carta branca para a Polícia atuar nos casos de crimes que envolvem milicianos e policiais envolvidos com facções criminosas. Na tarde de ontem (30) uma operação conjunta entre Polícia Militar, Civil, Ministério Público do Rio de Janeiro e membros do MP do Piauí colocou na cadeia 40 pessoas envolvidas em crimes.

Mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos em vários municípios dentro e fora do estado do Rio de Janeiro. Há informações que entre os presos esteja uma pessoa ligada ao assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson. Policiais civis e militares foram presos e tiveram suas armas apreendidas. Todos ficarão sob custódia da justiça para apuração das denúncias e provas apresentadas contra os envolvidos.

Wilson Witzel festejou o sucesso da operação. Nas redes sociais o governador postou que a polícia faz um excelente trabalho desmantelando a milícia que foi instalada no estado do Rio de Janeiro e colocou em risco a segurança pública.

Na ânsia de comemorar os resultados, o governador do Rio de Janeiro fez uma declaração polêmica. Witzel chamou o general Mourão de presidente, o que deixou Jair Bolsonaro preocupado.


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