URGENTE: OMS declara pandemia

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) declara uma pandemia do coronavirus, num reconhecimento de que a mera estratégia de conter a proliferação da doença já não seria suficiente. A classificação significa que uma transmissão recorrente está ocorrendo em diferentes partes do mundo e de forma simultânea.
Na prática, ao anunciar a pandemia, a agência de Saúde indica que governos devem trabalhar não mais para apenas conter um caso. Mas atuar para atender uma parcela da população mais ampla e vulnerável. Estratégias direcionadas apenas para identificar casos e isolar pessoas precisam ser trocadas para um plano sanitário que possa focar em evitar mortes.

A mudança no status não significa que a taxa de letalidade tenha sido incrementada. Mas que o risco de um contágio seria maior. Em apenas uma semana, o número de países afetados passou de 45 para mais de 110.

(Da coluna de Jamil Chade no UOL)

Israel e EUA são acusados de desenvolverem armas biológicas

O jornalista Juan Carlos Gumucio, em um artigo publicado no diário El País, da Espanha, denunciou que Israel tinha planos para a criação de uma arma biológica desenhada com a finalidade de eliminar só certos tipos de árabes, citando um informe do diário The Sunday Times.

Segundo a versão do semanário britânico, cientistas israelenses envolvidos no desenvolvimento da chamada bomba étnica tratam de aproveitar as descobertas médicas que permitem identificar os genes. 

"A intenção é utilizar os vírus e certas bactérias para alterar o código genético” nas células de alguns grupos, assegurava o periódico britânico, que precisava que os cientistas do Instituto Biológico de Nes Tziyona, principal centro de pesquisas secretas para o desenvolvimento de armas químicas e biológicas em Israel, estavam envolvidos na pesquisa. 

Nessa época, um informe confidencial do Pentágono, publicado em 1997, dizia que era possível manipular agentes biológicos para produzir armas letais, ou seja, agentes patogênicos com fins étnicos, segundo manifestou William Cohen, então secretário de Defesa dos Estados Unidos.

A situação recobra atualidade com um artigo denúncia publicado pelo jornalista Rodrigo Bernardo Ortega em meios alternativos: "A guerra genética: O novo cenário de confrontações dos EUA”, que alerta que Washington passou "ao desenvolvimento de sofisticadas armas biológicas incubadas em populações específicas com o fim de controlar territórios concretos”.

(com informações do site DefesaNet)


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