Trump mandará brasileiros ilegais para prisões em outros países

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O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) cogita enviar imigrantes brasileiros que cruzam a fronteira do México de volta ao território mexicano enquanto aguardam audiência em tribunais norte-americanos, de acordo com uma autoridades EUA e uma autoridade mexicana a par das conversas.
As deliberações são uma reação ao aumento do número de brasileiros chegando à divisa entre EUA e México para pedir asilo a Washington, disseram as autoridades. O governo do presidente Donald Trump também estuda a possibilidade de enviar brasileiros postulantes a asilo a outras nações, segundo o funcionário norte-americano.
Trump, que busca a reeleição em novembro, fez da imigração um dos argumentos centrais de seu discurso ao eleitores. Durante seu governo, ele criticou os postulantes a asilo e argumentou que a maior parte dos imigrantes que chegam à fronteira carecem de uma justificativa válida para pedir proteção.
(com informações de Reuters)

Irã pressiona Itamaraty após nota oficial de guerra

O governo do Irã convocou Maria Cristina Lopes, responsável pela embaixada brasileira em Teerã, para dar explicações após a divulgação de uma nota oficial emitida pelo Itamaraty que confere apoio aos Estados Unidos da América e confirma a participação do Brasil no caso de um conflito armado contra o Irã.

A convocação foi divulgada nesta segunda-feira (06) pelo jornal O Globo.

Maria Cristina Lopes é a Encarregada de Negócios da embaixada brasileira no Irã. Ela foi chamada para o encontro pois o embaixador Rodrigo Santos encontra-se de férias.

"Informamos que a Encarregada de Negócios do Brasil em Teerã, assim como representantes de países que se manifestaram sobre os acontecimentos em Bagdá, foram convocados pela chancelaria iraniana", informou o governo brasileiro em nota.

Na última sexta-feira 3/I, um ataque norte-americano em Bagdá, Iraque, causou a morte de Qassem Soleimani, um dos principais líderes militares do Irã. O general Soleimani era o chefe da Guarda Revolucionária do país - mas, segundo o governo de Donald Trump, ele era o líder de uma organização terrorista.


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