George Soros investirá 1 bilhão de dólares. Pra quê?

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O bilionário George Soros anunciou na noite desta quinta (23) que investirá US$ 1 bilhão (cerca de R$ 4,2 bilhões) na criação de uma rede acadêmica para lutar contra os “ditadores de agora e em gestação” e as mudanças climáticas.
A iniciativa, batizada de Open Society University Network, foi divulgada num discurso em seu tradicional jantar anual durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.
Segundo nota publicada no site da fundação de Soros, a Open Society Foundation, o objetivo do projeto é conectar instituições de ensino superior pelo mundo, oferecendo cursos e programas de graduação conjuntos e pensado para reunir estudantes e professores de diferentes países.
A rede buscará alcançar lugares que não possuem educação de qualidade e busca promover os valores da liberdade de expressão e da diversidade de crenças, entre outros.
Soros ainda destilou duras críticas contra o posicionamento político e administrativo do presidente Jair Bolsonaro. O bilionário garante que o Brasil …

Fábio Wajngarten deve cair e pode ser alvo de fogo amigo

Explodiu mais um caso que poderá derrubar o chefe da área de comunicação do governo Bolsonaro. Fábio Wajngarten pode estar sendo alvo de fogo amigo uma vez que a sua gestão é bastante criticada pelos filhos do presidente Jair Bolsonaro.

Não é mistério que Carlos Bolsonaro faz duras críticas públicas ao trabalho desenvolvido pelo atual secretário de Comunicação do Governo Federal.

A empresa FW Comunicação, atualmente administrada por Fábio Liberman entrou no radar do Ministério Público Federal após denúncias divulgadas pelo jornal Folha de São Paulo.

O caso

O empresário Fabio Liberman —nomeado como administrador da FW Comunicação pelo chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República), Fabio Wajngarten— afirma que a empresa tem uma lista extensa de clientes privados, entre agências de publicidade e veículos de comunicação.

“Tem um monte [de contratantes], tem várias agências de propaganda, tem dezenas de clientes”, disse em entrevista à Folha, nesta quarta (15).

Questionado pela reportagem, Wajngarten não apresentou a relação completa dos contratantes, tampouco os valores pagos. Em pronunciamento no Palácio do Planalto nesta quarta, ele afirmou: “Eu não temo nada, zero. 100% das receitas das minhas empresas estão à disposição de todos que quiserem”, disse.

Reportagem publicada pela Folha nesta quarta mostrou que a FW, fornecedora de pesquisas de mídia para o mercado, recebe dinheiro de agências e de TVs contratadas pela própria Secom, ministérios e estatais do governo Jair Bolsonaro, entre elas a Band e a Record, cujas participações na verba publicitária da Secom vêm aumentando.

Wajngarten é o sócio majoritário da empresa, com 95% das cotas.

Se Wajngarten não renunciar o governo poderá sofrer graves consequências políticas e jurídicas em breve.

(com informações da Folha)


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