Havan começa demitir. Estava tudo ok?

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A inauguração da Havan em Santa Cruz do Sul completa quatro meses nesta sexta-feira, 21. Depois da euforia da chegada da rede catarinense, pessoas que foram contratadas para trabalhar no local reclamam de demissões em massa. A situação teria começado logo após a virada do ano.

Uma das ex-funcionárias afirma que a alegação da gerência da loja envolve corte de custos em função de metas que não foram atingidas. “Eu trabalhava em outro local e pedi demissão para ir para a Havan. Fui selecionada, recebi treinamento e estive na abertura. Estava tudo bem mas no dia dois de janeiro acabei demitida”, afirma a jovem que pediu para não ser identificada.
Outro ex-funcionário da empresa, que também solicitou anonimato, alerta que as metas aumentaram depois da inauguração. “Antes era tudo uma maravilha mas depois parece que estabelecem metas para que elas não sejam atingidas”, reclama. Ele acabou demitido no dia 17 de fevereiro, justamente quando completou 90 dias de contrato. O jovem ainda alega q…

Coronavírus no Brasil: Ministério da Saúde nega. Quem acredita no Ministério?

Agentes de Saúde, do estado de Minas Gerais, acionaram o sinal de alerta sobre a suspeita de infecção pela bactéria do #coronavírus em uma paciente, que deu entrada com sintomas semelhantes ao que está sendo apresentado na China.

O caso está sendo acompanhando e investigado pela SES (Secretaria Estadual de Saúde), e tratado como 2019-nCoV. A secretaria informou que mais detalhes serão repassados ainda nesta quarta-feira (22).

A idade e a identidade do paciente ainda não foram confirmados. As autoridades chinesas identificaram o novo coronavírus, que resultou em mais de 400 casos confirmados no país asiático. O primeiro caso nos Estados Unidos foi anunciado em 21 de janeiro de 2020.

O Ministério da Saúde nega

O Ministério da Saúde contrapôs a informação prestada pela SES-MG onde afirma que não há comprovação que seja o mesmo vírus. A questão é: quem acredita na informação do governo?

O ano de 2019 foi marcado por desinformação promovida principalmente pelo presidente Jair Bolsonaro e diversos ministros. A enxurrada de notícias falsas e desencontradas tomaram conta das redes sociais e motivaram até a abertura da CPMI da Fake News.

Agora, com a possibilidade de um surto fica quase impossível acreditar nas informações prestadas pelo governo.


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