Havan começa demitir. Estava tudo ok?

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A inauguração da Havan em Santa Cruz do Sul completa quatro meses nesta sexta-feira, 21. Depois da euforia da chegada da rede catarinense, pessoas que foram contratadas para trabalhar no local reclamam de demissões em massa. A situação teria começado logo após a virada do ano.

Uma das ex-funcionárias afirma que a alegação da gerência da loja envolve corte de custos em função de metas que não foram atingidas. “Eu trabalhava em outro local e pedi demissão para ir para a Havan. Fui selecionada, recebi treinamento e estive na abertura. Estava tudo bem mas no dia dois de janeiro acabei demitida”, afirma a jovem que pediu para não ser identificada.
Outro ex-funcionário da empresa, que também solicitou anonimato, alerta que as metas aumentaram depois da inauguração. “Antes era tudo uma maravilha mas depois parece que estabelecem metas para que elas não sejam atingidas”, reclama. Ele acabou demitido no dia 17 de fevereiro, justamente quando completou 90 dias de contrato. O jovem ainda alega q…

BNDES gastou R$ 48 milhões por fake news

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) contratou, por ordem do Governo Federal, auditoria independente para realizar levantamento em todos os contratos suspeitos realizados pelos governos Lula e Dilma Rousseff. Os auditores verificaram todos documentos e checaram os dados. Nada de errado foi encontrado.

A auditoria constatou que os empréstimos concedidos pelo banco estão dentro do que determina a lei. Outra constatação é que alguns valores concedidos à título de empréstimos para outros países já foram quitadas antecipadamente. Surpresa?

Ocorre que o presidente Jair Bolsonaro fez campanha em cima da ideia que os financiamentos concedidos para o exterior foram para financiar ditaduras. Bolsonaro ainda enfatizou a necessidade de abertura da "caixa-preta" do BNDES. Abriu, nada de irregular foi encontrado.

O valor gasto pela auditoria é assustador. A contratação de auditores para verificar o que podia ser feito pelos auditores do TCU (Tribunal de Contas da Unão) é de R$ 48 milhões. Uma fortuna que foi desembolsada pelo banco para constatar o que todos sabiam, era tudo fake news.



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