Havan começa demitir. Estava tudo ok?

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A inauguração da Havan em Santa Cruz do Sul completa quatro meses nesta sexta-feira, 21. Depois da euforia da chegada da rede catarinense, pessoas que foram contratadas para trabalhar no local reclamam de demissões em massa. A situação teria começado logo após a virada do ano.

Uma das ex-funcionárias afirma que a alegação da gerência da loja envolve corte de custos em função de metas que não foram atingidas. “Eu trabalhava em outro local e pedi demissão para ir para a Havan. Fui selecionada, recebi treinamento e estive na abertura. Estava tudo bem mas no dia dois de janeiro acabei demitida”, afirma a jovem que pediu para não ser identificada.
Outro ex-funcionário da empresa, que também solicitou anonimato, alerta que as metas aumentaram depois da inauguração. “Antes era tudo uma maravilha mas depois parece que estabelecem metas para que elas não sejam atingidas”, reclama. Ele acabou demitido no dia 17 de fevereiro, justamente quando completou 90 dias de contrato. O jovem ainda alega q…

Bancos lucram com desemprego e recessão

Bancos privados que atuam no Brasil fecharam seus balanços referentes ao ano de 2019. Os dados foram divulgados nesta semana é os resultados obtidos foram favoráveis.

O Santander lucrou R$ 14,5 bilhões em 2019, um crescimento e 17% em relação a 2018. O resultado divulgado nesta quarta-feira (29) veio em linha com a expectativa do mercado e reflete a expansão de 8,4% da margem financeira - a receita com crédito - e dos ganhos com tarifas bancárias no período. O banco de origem espanhola é o primeiro a divulgar os resultados consolidados de 2019.

A receita das operações de crédito do Santander subiu 8,3% em 2019 devido ao aumento do volume médio de crédito, que compensou a redução do spread (a diferença entre o custo de captação e a taxa de juro cobrada do cliente), que caiu 0,1 ponto percentual de 2018 para 2019. No período, a taxa Selic (referência para o custo de captação) caiu 2 pontos percentuais, de 6,5% para 4,5%.

A carteira de crédito teve alta de 15% no ano e atingiu R$ 352 bilhões, com maior crescimento na concessão a pessoas físicas, que subiu 17%. As maiores concessões seguem ocorrendo nas linhas com garantia, como créditos consignado e imobiliário, além de cartão de crédito. O financiamento ao consumo, que considera empréstimos feitos fora da rede bancária, por sua vez, subiu 16,3%, puxado pelo financiamento de veículos.


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