Coronavírus no Brasil: Ministério da Saúde nega. Quem acredita no Ministério?

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Agentes de Saúde, do estado de Minas Gerais, acionaram o sinal de alerta sobre a suspeita de infecção pela bactéria do #coronavírus em uma paciente, que deu entrada com sintomas semelhantes ao que está sendo apresentado na China.
O caso está sendo acompanhando e investigado pela SES (Secretaria Estadual de Saúde), e tratado como 2019-nCoV. A secretaria informou que mais detalhes serão repassados ainda nesta quarta-feira (22).
A idade e a identidade do paciente ainda não foram confirmados. As autoridades chinesas identificaram o novo coronavírus, que resultou em mais de 400 casos confirmados no país asiático. O primeiro caso nos Estados Unidos foi anunciado em 21 de janeiro de 2020.
O Ministério da Saúde nega
O Ministério da Saúde contrapôs a informação prestada pela SES-MG onde afirma que não há comprovação que seja o mesmo vírus. A questão é: quem acredita na informação do governo?
O ano de 2019 foi marcado por desinformação promovida principalmente pelo presidente Jair Bolsonaro e diver…

Renan Calheiros se torna réu

Por maioria de votos, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu em parte, nesta terça-feira (3), denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o senador Renan Calheiros (MDB/AL). O político vai responder pela prática de corrupção passiva e lavagem de dinheiro envolvendo repasses indevidos ao diretório do MDB no Tocantins por meio de contratos na Transpetro SA, subsidiária da Petrobras.

O julgamento foi finalizado nesta terça, após três sessões consecutivas em que foram feitas sustentações orais por parte do Ministério Público Federal (MPF) e da defesa. Ao final, prevaleceu o entendimento do relator da matéria, ministro Edson Fachin. Segundo ele, a denúncia da PGR conseguiu apontar a existência de indícios mínimos de prática ilícita por parte do senador, demonstrada tanto por depoimentos quanto pela apresentação de documentos. Todo o material probatório se mostrou apto para fins de abertura da ação penal. Seguiram o mesmo entendimento os ministros Celso de Mello e Cármen Lúcia. A divergência, no entanto, foi sustentada por Gilmar Mendes e Ricardo Lewanowski, os quais votaram pela rejeição integral do procedimento.

De acordo com a denúncia da PGR, Renan Calheiros integrou um esquema de propina que desviava recursos de contratos da Transpetro para diretórios do MDB. Os crimes teriam ocorrido em 2010, período em que a presidência da estatal era ocupada por Sérgio Machado, que firmou colaboração com o MPF.

(com informações do MPF)


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