Rodrigo Maia recebe envelope com fezes

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O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), recebeu em seu gabinete como parlamentar, localizado no Anexo IV da Casa, um envelope contendo detritos fecais, há cerca de dez dias. O caso do envelope com fezes está sendo investigado pela Polícia Legislativa da Câmara.
Segundo rumores, o próprio Maia contou a amigos sobre o envelope e pediu que o caso fosse investigado. A informação é que o envelope foi aberto por uma funcionária do gabinete.
Outros deputados teriam recebido envelopes semelhantes em seus gabinetes. Na ocorrência, a Polícia identificou um remetente falso e registrou o conteúdo como “fezes”.

Renan Calheiros se torna réu

Por maioria de votos, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu em parte, nesta terça-feira (3), denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o senador Renan Calheiros (MDB/AL). O político vai responder pela prática de corrupção passiva e lavagem de dinheiro envolvendo repasses indevidos ao diretório do MDB no Tocantins por meio de contratos na Transpetro SA, subsidiária da Petrobras.

O julgamento foi finalizado nesta terça, após três sessões consecutivas em que foram feitas sustentações orais por parte do Ministério Público Federal (MPF) e da defesa. Ao final, prevaleceu o entendimento do relator da matéria, ministro Edson Fachin. Segundo ele, a denúncia da PGR conseguiu apontar a existência de indícios mínimos de prática ilícita por parte do senador, demonstrada tanto por depoimentos quanto pela apresentação de documentos. Todo o material probatório se mostrou apto para fins de abertura da ação penal. Seguiram o mesmo entendimento os ministros Celso de Mello e Cármen Lúcia. A divergência, no entanto, foi sustentada por Gilmar Mendes e Ricardo Lewanowski, os quais votaram pela rejeição integral do procedimento.

De acordo com a denúncia da PGR, Renan Calheiros integrou um esquema de propina que desviava recursos de contratos da Transpetro para diretórios do MDB. Os crimes teriam ocorrido em 2010, período em que a presidência da estatal era ocupada por Sérgio Machado, que firmou colaboração com o MPF.

(com informações do MPF)


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