MEC assume que errou notas do ENEM. A coisa está feia!

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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, admitiu neste sábado 18/I que notas do Enem foram divulgadas com erros.
"Encontramos inconsistências na contabilização e correção da segunda prova do Enem", disse ele em vídeo publicado nas redes sociais.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inpe) liberou na véspera os resultados do exame. Imediatamente, candidatos relataram nas redes seu estranhamento com as notas.
Na manhã deste sábado, a União Nacional dos Estudantes (UNE) comentou a confissão do ministro:

ATENÇÃO!! MEC reconhece #erronoenem

Polícia Federal estoura mais um esquema de corrupção

A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (18/12), com o apoio do Ministério Público Federal, 70ª fase da Operação Lava Jato, denominada Óbolo. A nova fase é continuidade de investigações que remontam ao início da Operação Lava Jato (2014) e objetiva a coleta de provas de crimes de corrupção de agentes públicos, organização criminosa e lavagem de capitais relacionados a contratos de afretamento de navios celebrados pela Petrobras e sob responsabilidade da Diretoria de Abastecimento da empresa pública.

Cerca de 50 Policiais Federais cumprem 12 mandados de Busca e Apreensão, sendo 1 em São Paulo/SP, 10 no Rio de Janeiro/RJ e 1 em Niterói/RJ, com o objetivo de colher evidências do envolvimento de empregados vinculados à Diretoria de Abastecimento e Logística e Gerência de Afretamentos da Petrobras com atos de corrupção e lavagem de dinheiro. Buscam-se, ainda, provas de corrupção por parte de pessoas e empresas que aparecem nos negócios investigados como intermediários (brokers) e teriam corrompido funcionários da estatal para garantir negócios de fornecimento de transporte de produtos para a Petrobras.

Há suspeitas de que algumas empresas teriam sido beneficiadas com informações privilegiadas acerca da programação de contratação de navios utilizados para transporte marítimo de petróleo e derivados da empresa, de forma que tiveram valiosa vantagem competitiva na captação dos negócios. Em contrapartida, há evidências de pagamentos de propina a empregados da empresa pública.

De acordo com a investigação apenas três empresas que são alvos de mandados, nesta fase, estabeleceram mais de 200 contratos de afretamento de navios, entre os anos de 2004 e 2015, em valores que ultrapassam 6 bilhões de reais, sendo a remuneração de corretores intermediários (brokers) determinada pela atividade de aproximação entre os armadores de navios (owners) e a Petrobras. A suspeita do pagamento da corrupção recai sobre os valores recebidos pelos corretores intermediários que, mesmo estabelecidos em uma pequena porcentagem dos contratos, alcançam vultosas somas de dinheiro e - apura-se - contribuíram para abastecer esquemas de corrupção sistemática reiteradas vezes demonstrados ao longo da Operação Lava Jato.

(com informações da PF)




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