"Imprecionante": O INEP está infectado pelo analfabetismo do governo

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Depois que o ministro Weintraub, da Educação, escreveu "imprecionante" em sua conta oficial no Twitter vários erros gravíssimos foram detectados em postagens relacionadas a pasta. Alunos que prestaram o Enem acusam que há erros básicos na prova de redação. O caso está sob investigação.
Mais uma falha gravíssima surgiu nas redes sociais. Desta vez quem cometeu a barbárie foi a conta do INEP, órgão responsável pela aplicação do ENEM.
A conta do Inep, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, no Twitter cometeu um erro de português na sexta-feira, dia 17.
“Já são mais de 2,5 milhões de vizualizações (sic) das notas do Enem”, escreveu algum semianalfabeto de um governo de apedeutas.
Após a repercussão, a mensagem foi apagada.

"Petrobras sofreu ataque de espionagem internacional," confessa ex-diretor. Snowden tinha avisado

Um ex-gerente da Petrobrás, preso pela Operação Lava-Jato, confessou que multinacionais pagavam para ter acesso a informações confidenciais da estatal, sobre o preço de compra e venda do petróleo. O caso trará revelações bombásticas sobre os procedimentos sigilosos que foram vazados de forma ilegal e colocaram em risco a soberania nacional.

As informações confidenciais eram repassadas para empresas suíças e holandesas que pagavam propinas milionárias para funcionários da estatal. A compra e venda de petróleo da Petrobras afeta diretamente o cenário na Bolsa de Valores. Operadoras multinacionais que dominam o mercado tinham todas as informações com exatidão para manipulação do preço do barril de petróleo. Com isso lucravam fortunas na manipulação de preços.

Agentes públicos eram beneficiados com a venda de informações sigilosas e estratégicas. O ex-gerente da Petrobras delatou todo esquema e garantiu que os pagamentos eram acertados anualmente com os envolvidos. O valor pago era de US$ 0,12 por cada barril de petróleo.

A Polícia Federal tem clareza sobre os políticos envolvidos e os ganhos com as operações ilegais. Um deles é Edison Lobão, membro do MDB.

Nas gravações interceptadas pelos agentes federais com autorização da justiça, um dos agentes públicos envolvidos foi gravado em conversa com a esposa onde festejava a compra de um apartamento de luxo no Rio de Janeiro, adquirido como parte do pagamento de propina.




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