"Imprecionante": O INEP está infectado pelo analfabetismo do governo

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Depois que o ministro Weintraub, da Educação, escreveu "imprecionante" em sua conta oficial no Twitter vários erros gravíssimos foram detectados em postagens relacionadas a pasta. Alunos que prestaram o Enem acusam que há erros básicos na prova de redação. O caso está sob investigação.
Mais uma falha gravíssima surgiu nas redes sociais. Desta vez quem cometeu a barbárie foi a conta do INEP, órgão responsável pela aplicação do ENEM.
A conta do Inep, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, no Twitter cometeu um erro de português na sexta-feira, dia 17.
“Já são mais de 2,5 milhões de vizualizações (sic) das notas do Enem”, escreveu algum semianalfabeto de um governo de apedeutas.
Após a repercussão, a mensagem foi apagada.

Maiores bancos do país devem R$ 124 bilhões

Os grandes bancos comerciais do Brasil são destaque entre os maiores devedores com a União. Juntas, as instituições financeiras somam mais de R$ 124 bilhões, de acordo com levantamento realizado pelo Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz). A natureza de tais débitos envolve itens como Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), atividades de seguros, capitalização, resseguros, planos de saúde e previdência.

De acordo com o relatório, do montante, R$ 7 bilhões correspondem à dívida com a Previdência, R$ 107,5 milhões são referentes ao FGTS e R$ 117 bilhões representam o restante. Os dados inspiram críticas à política econômica do governo.

“Existe dinheiro, muito dinheiro. Existe um órgão responsável pela cobrança que está cada vez mais sucateado, porque não existe interesse do governo em que esse dinheiro seja cobrado”, disse o presidente do Sinprofaz, Achilles Frias.

“Os bancos devem R$ 124 bilhões. São recursos do povo. Verbas que poderiam ser investidas em áreas como educação, saúde, segurança pública, infraestrutura e mesmo a Previdência, mas não é cobrada”, continua. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional possui a área de Estratégias de Recuperação de Créditos para cobrar os valores. Essa dívida pode ser ainda dividida entre situação regular ou irregular. As irregulares correspondem a R$ 82,6 bilhões e representam valores com cobrança ativa em andamento, sem garantia ou penhora de bens em execuções fiscais. Já a dívida em situação regular representa R$ 41,8 bilhões.

(com informações do Sinprofaz)




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