"Imprecionante": O INEP está infectado pelo analfabetismo do governo

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Depois que o ministro Weintraub, da Educação, escreveu "imprecionante" em sua conta oficial no Twitter vários erros gravíssimos foram detectados em postagens relacionadas a pasta. Alunos que prestaram o Enem acusam que há erros básicos na prova de redação. O caso está sob investigação.
Mais uma falha gravíssima surgiu nas redes sociais. Desta vez quem cometeu a barbárie foi a conta do INEP, órgão responsável pela aplicação do ENEM.
A conta do Inep, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, no Twitter cometeu um erro de português na sexta-feira, dia 17.
“Já são mais de 2,5 milhões de vizualizações (sic) das notas do Enem”, escreveu algum semianalfabeto de um governo de apedeutas.
Após a repercussão, a mensagem foi apagada.

É uma bomba! Hackers entregam tudo e a reportagem de VEJA pode derrubar a República

Os hackers confessaram que o conteúdo das mensagens que foram obtidas de aplicativos e redes sociais podem "comprometer ministros e militares", principalmente os que ocupam cargos no atual governo do presidente Jair Bolsonaro.

A reportagem apresentada pela revista Veja traz sérias denúncias sobre as conversas trocadas por aplicativos. O conteúdo é exclusivo.

Um dos hackers revela que viu um vídeo de um homem sendo executado. No relato ele diz: "Vi um vídeo de um homem sendo executado. O rapaz matou, gravou e enviou para o general". Abre aspas: ‘Usando o celular no combate. Está ficando louco?’. Foi isso que eu vi”, garantiu. Braga Netto tem um currículo repleto de condecorações e uma carreira exemplar. Ele já foi adido militar nos Estados Unidos e coordenador de segurança durante a Olimpíada do Rio. Logo depois, foi nomeado interventor no estado.

Delgati, segundo VEJA, alega que o material é explosivo. O que pode vir é algo estarrecedor frente ao que foi divulgado até agora.

Na entrevista, Delgatti confirma que bisbilhotou as conversas de ao menos um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Para quê? Segundo ele, para mostrar quanto a Corte era parcial nas decisões que envolviam a Operação Lava-Jato. “Tive acesso às mensagens da Cármen Lúcia. A ministra estava num grupo falando sobre a morte do neto do Lula”, diz o hacker, que considerou o comentário impróprio. Procurada, a ministra não se manifestou.

A entrevista completa sobre mais esse episódio que poderá colocar a República e a democracia em risco, você encontra aqui.






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