MEC assume que errou notas do ENEM. A coisa está feia!

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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, admitiu neste sábado 18/I que notas do Enem foram divulgadas com erros.
"Encontramos inconsistências na contabilização e correção da segunda prova do Enem", disse ele em vídeo publicado nas redes sociais.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inpe) liberou na véspera os resultados do exame. Imediatamente, candidatos relataram nas redes seu estranhamento com as notas.
Na manhã deste sábado, a União Nacional dos Estudantes (UNE) comentou a confissão do ministro:

ATENÇÃO!! MEC reconhece #erronoenem

Camargo Correa: explodiu o escândalo da maior de todas empreiteiras

O Antagonista revelou dias atrás que a Polícia Federal apreendeu planilhas, contratos e recibos com mais de R$ 11 milhões pagos pela Camargo Corrêa a Márcio Thomaz Bastos e a uma dezena de escritórios de advocacia no âmbito das investigações da Operação Castelo de Areia.

O valor, porém, é quase quatro vezes maior. Em sua delação, Antonio Palocci disse que a Camargo Corrêa pagou um total de R$ 40 milhões.

Nesse valor, estariam os “5 milhões” que o ex-ministro afirma terem sido usados para a compra de uma liminar que travou a operação. Como mostramos em primeira mão, a cifra coincide com dois repasses feitos pela empreiteira logo após duas importantes decisões judiciais sobre o caso.

Segundo Palocci, Thomaz Bastos teria lhe dito que “pagou 5” no exterior, o que criou certa confusão na investigação sobre qual seria a moeda utilizada: dólares ou reais. Com os novos dados, a PF desconfia que não foram US$ 5 milhões, mas o equivalente a R$ 5 milhões na moeda americana.

Como revelamos em agosto, Thomaz Bastos também teria dito ao ex-ministro, hoje delator, que a Camargo Corrêa pagou mais R$ 50 milhões para a campanha de Dilma Rousseff em 2010.

A PF pediu à Justiça que determine à empreiteira a entrega de todos os contratos e comprovantes de pagamentos de todas as bancas que trabalharam no caso. Até o momento, o juiz João Batista Gonçalves, da 6.ª Vara Criminal Federal de São Paulo, não decidiu sobre o caso.


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