George Soros investirá 1 bilhão de dólares. Pra quê?

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O bilionário George Soros anunciou na noite desta quinta (23) que investirá US$ 1 bilhão (cerca de R$ 4,2 bilhões) na criação de uma rede acadêmica para lutar contra os “ditadores de agora e em gestação” e as mudanças climáticas.
A iniciativa, batizada de Open Society University Network, foi divulgada num discurso em seu tradicional jantar anual durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.
Segundo nota publicada no site da fundação de Soros, a Open Society Foundation, o objetivo do projeto é conectar instituições de ensino superior pelo mundo, oferecendo cursos e programas de graduação conjuntos e pensado para reunir estudantes e professores de diferentes países.
A rede buscará alcançar lugares que não possuem educação de qualidade e busca promover os valores da liberdade de expressão e da diversidade de crenças, entre outros.
Soros ainda destilou duras críticas contra o posicionamento político e administrativo do presidente Jair Bolsonaro. O bilionário garante que o Brasil …

Bolsonaro revela plano para matá-lo

O presidente Jair Messias Bolsonaro revelou nesta semana a existência do plano para assassiná-lo e deu mais detalhes sobre a possibilidade de envolvimento de um ex-assessor que atuava na sua equipe de confiança.

Bolsonaro acorda cedo e vive cercado por seguranças do Exército. O presidente afirma que tem contrariado interesses de grandes grupos e por isso todo cuidado é pouco. Em entrevista a revista VEJA, ele revelou o plano para matá-lo e afirmou que pessoas mais próximas sabiam do atentado.

“Houve uma conspiração”, afirma. Provas, ele não tem, mas sua teoria agora conta com mais um ingrediente intrigante (e provavelmente falso). Bolsonaro acredita que, além do ex-garçom Adélio Bispo dos Santos de Oliveira, autor da facada, uma figura do seu staff de campanha estaria envolvida de alguma forma no plano para matá-lo. O presidente não revela a quem se refere, mas, ao longo da entrevista, vai fornecendo detalhes que apontam para um ex-ministro. O motivo da traição seria uma vingança por ele não ter escolhido o ex-assessor como candidato a vice.

O capitão ainda atribui responsabilidade a "esquerda", considerada seu maior inimigo, não adversário político.

“O meu sentimento é que esse atentado teve a mão de 70% da esquerda, 20% de quem estava do meu lado e 10% de outros interesses. Tinha uma pessoa do meu lado que queria ser vice. O cara detonava todas as pessoas com quem eu conversava. Liguei para convidar o Mourão às 5 da manhã do dia em que terminava o prazo de inscrição. Se ele não tivesse atendido, o vice seria essa pessoa. Depois disso, eu passei a valer alguns milhões deitado.”

(com informações de VEJA)


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