Rodrigo Maia recebe envelope com fezes

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O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), recebeu em seu gabinete como parlamentar, localizado no Anexo IV da Casa, um envelope contendo detritos fecais, há cerca de dez dias. O caso do envelope com fezes está sendo investigado pela Polícia Legislativa da Câmara.
Segundo rumores, o próprio Maia contou a amigos sobre o envelope e pediu que o caso fosse investigado. A informação é que o envelope foi aberto por uma funcionária do gabinete.
Outros deputados teriam recebido envelopes semelhantes em seus gabinetes. Na ocorrência, a Polícia identificou um remetente falso e registrou o conteúdo como “fezes”.

ALERTA: Trincas e rachaduras forçam Vale emitir nota. Vem ao outro "tsulama"?

Ao longo de 2019 abordei diversas situações de risco envolvendo barragens de mineração da Vale no estado de Minas Gerais. Entretanto, ao longo dos últimos meses, a coisa parecia menos dramática do que no início do ano, quando várias dessas estruturas construídas para receber rejeitos da mineração de ferro da Vale no território mineiro ameaçavam ruir.

Mas eis que hoje, a Vale emitiu um novo comunicado ao mercado dando conta da suspensão dos despejos de resíduos na barragem Laranjeiras vindos da mina Brucutu, localizada nos municípios de Barão de Cocais e de São Gonçalo do Rio Abaixo (ver imagem abaixo).


A Vale informa que a suspensão do despejo de rejeitos na barragem de Laranjeiras está se dando para que sejam conduzidas “avaliações sobre as características geotécnicas da barragem”. Entretanto, o Diário de Barão informou em sua página oficial na rede social Facebook que a interdição de Laranjeiras se deve à constatação da existência de duas trincas (ou seja, rachaduras) nas paredes da barragem Laranjeiras.

O jornal Estado de Minas já informou que a barragem de Laranjeiras tem capacidade de 5,8 milhões de metros cúbicos de lama e rejeitos, e que uma eventual inundação decorrente de sua ruptura se estenderia por 183 km a jusante no Rio Piracicaba, o que inevitavelmente levaria o material até a calha principal do Rio Doce, que já foi duramente atingido pelo Tsulama da Mineradora Samarco (Vale + BHP) que eclodiu no Distrito de Bento Rodrigues em Novembro de 2015.

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