Bomba-relógio: EUA criaram uma bolha de dívidas maior que 2008. É assustador!

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Analistas econômicos cada vez mais se lembram da crise financeira de 2008 e advertem que as bolhas podem voltar e arrebentar a qualquer momento. Analista econômico avalia o perigo atual.
Se há mais de 10 anos foi a bolha do mercado imobiliário, agora há outra bomba-relógio: a dívida corporativa, opina o analista econômico Michael Snyder.
“Nós enfrentamos uma bomba de dívida corporativa que é muito, muito maior do que a que enfrentamos em 2008”, disse o autor no seu artigo para TheMostImportantNews.com.
Segundo o analista, as taxas de juros excessivamente baixas da última década permitiram às corporações estadunidenses acumular a maior dívida corporativa da história.
A dívida corporativa total dos Estados Unidos alcançou quase US$ 10 trilhões (R$ 41 trilhão), um recorde de 47% da economia em geral, observa o autor.
No entanto, a dívida total das empresas é na realidade muito maior, se se tiver em conta a dívida das pequenas e médias empresas, as empresas familiares e outras que não est…

O plano de Rodrigo Maia e Alcolumbre não é bom

A PEC da prisão em 2ª Instância avançou na Comissão de Constituição e Justiça, a CCJ, mas esbarrou na Mesa Diretora das duas Casas, a Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Numa reunião de portas fechadas os presidentes Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre decidiram adiar para 2020 qualquer discussão sobre a PEC.

Nos corredores do Congresso a conversa é que Maia e Alcolumbre teriam concordado em propor o arquivamento da medida para evitar desgaste com a Suprema Corte.

Maia fez reunião com lideranças de todos partidos e garantiu que haverá votação, mas não definiu data na agenda de 2020. Vale lembrar que ano que vem o país passará por eleições municipais, o que não deixa de ser um impedimento para votações polêmicas.

No Senado, o presidente Alcolumbre garante que estará empenhado na tramitação da proposta, mas aguardará decisões e orientações dos parlamentares.

Foi decidido na reunião, que ocorreu na residência oficial do Senado, que uma comissão formada por senadores acompanhará a discussão da proposta na Câmara enquanto o texto não chega ao Senado. Líderes da Câmara também se comprometeram a indicar até a próxima semana os membros da comissão especial que analisará a PEC e definir um calendário para votação da proposta, requisito imposto por senadores que temem que ela ande de forma lenta na outra Casa.

(com informações do site do Senado)





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