Camargo Correa: explodiu o escândalo da maior de todas empreiteiras

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O Antagonista revelou dias atrás que a Polícia Federal apreendeu planilhas, contratos e recibos com mais de R$ 11 milhões pagos pela Camargo Corrêa a Márcio Thomaz Bastos e a uma dezena de escritórios de advocacia no âmbito das investigações da Operação Castelo de Areia.
O valor, porém, é quase quatro vezes maior. Em sua delação, Antonio Palocci disse que a Camargo Corrêa pagou um total de R$ 40 milhões.
Nesse valor, estariam os “5 milhões” que o ex-ministro afirma terem sido usados para a compra de uma liminar que travou a operação. Como mostramos em primeira mão, a cifra coincide com dois repasses feitos pela empreiteira logo após duas importantes decisões judiciais sobre o caso.
Segundo Palocci, Thomaz Bastos teria lhe dito que “pagou 5” no exterior, o que criou certa confusão na investigação sobre qual seria a moeda utilizada: dólares ou reais. Com os novos dados, a PF desconfia que não foram US$ 5 milhões, mas o equivalente a R$ 5 milhões na moeda americana.
Como revelamos em ago…

É hoje! General Santos Cruz na CPMI das Fake News

Nesta terça-feira (26), a partir das 13 horas, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Fake News deverá ouvir o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, general Carlos Alberto dos Santos Cruz. O requerimento para ouvir o general foi feito por dois parlamentares que integram a CPI Mista, o senador Rogério Carvalho (PT-SE) e o deputado Marcelo Ramos (PL-AM).

O senador justificou o convite destacando que o general Santos Cruz se demitiu após ataques nas redes sociais. E que teria já se manifestado seu interesse em depor na CPI.

— Segundo o general, uma milícia digital, uma gangue de rua que se transfere para dentro da internet, ligada a apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, causou a sua saída da Secretaria-Geral.

Na mesma linha, o deputado Marcelo Ramos justificou o convite, citando uma entrevista do general, que deu nome aos mentores dos ataques que sofreu nas redes sociais.

— O ex-ministro-chefe deu uma entrevista ao jornal O Globo na qual fez comentário a uma hashtag #ForaSantosCruz, dizendo que não se tratava de um ato espontâneo, mas que era alvo de uma ação coordenada com a participação dos filhos do presidente, o chefe da Secretaria de Comunicação, Fábio Wajngarten, e assessores ligados ao “guru do presidente”, Olavo de Carvalho.



Fonte: Agência Senado


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