Policial ateia fogo em carro de mulher no Ceará

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Um policial militar foi preso em flagrante, suspeito de incendiar um carro na cidade do Crato, no Cariri, na madrugada desta quinta-feira (20). 
Ao jornal Diário do Nordeste, a dona do veículo, a ação ocorreu após ela fazer críticas em redes sociais à paralisação de grupos de policiais do Estado. O policial recebeu liberdade provisória após audiência de custódia.
Na saída da delegacia o autor do crime não quis falar com a imprensa. Ele responderá em liberdade.

Bebiano, por vingança, ataca Sérgio Moro

O ex-ministro da Secretaria-Geral da República Gustavo Bebianno afirmou que o ex-juiz Sérgio Moro teve pelo menos cinco encontros com o atual ministro da Economia, Paulo Guedes, antes do resultado da eleição presidencial. A entrevista foi concedida ao jornalista Fabio Pannunzio. 

Bebianno contou que aliados tiveram um encontro na casa de Bolsonaro no dia do segundo turno. "Paulo Guedes me chama e diz 'quero conversar com um você um negócio importante'. Ele me contou já tinha tido cinco ou seis conversas com Sérgio Moro e que Moro estaria disposto a abandonar a magistratura e aceitar o desafio como ministro da Justiça", disse o ex-ministro.

Depois de aceitar o convite, Moro foi oficalizado como titular da Justiça e Segurança Pública, que demonstrou claramente a sua intenção de interferir na eleição ao liberar a delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci há uma semana do primeiro turno do pleito presidencial. 

O ex-juiz vê seu desgaste cada vez maior desde junho, quando começaram a ser divulgadas pelo #InterceptBrasil as irregularidades da Operação Lava Jato. Moro interferir no trabalho de procuradores, o que fere a equidistância entre quem julga e quem acusa. 

De acordo com uma das reportagens do #InterceptBrasil, em parceira com a Veja, o ex-juiz pediu o acréscimo de informações na elaboração de uma denúncia contra Zwi Skornicki, representante da Keppel Fels, estaleiro que tinha contratos com a Petrobrás para a construção de plataformas de petróleo.

Moro também sugeria a inversão da ordem das fases da Lava Jato e chegou a questionar a capacidade de uma procuradora em interrogar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado sem provas para não disputar a eleição. Inclusive, uma das reportagens apontou que o procurador Deltan Dallagnol duvidava da existência de provas contra o ex-presidente no processo do triplex em Guarujá (SP).


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