Bomba-relógio: EUA criaram uma bolha de dívidas maior que 2008. É assustador!

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Analistas econômicos cada vez mais se lembram da crise financeira de 2008 e advertem que as bolhas podem voltar e arrebentar a qualquer momento. Analista econômico avalia o perigo atual.
Se há mais de 10 anos foi a bolha do mercado imobiliário, agora há outra bomba-relógio: a dívida corporativa, opina o analista econômico Michael Snyder.
“Nós enfrentamos uma bomba de dívida corporativa que é muito, muito maior do que a que enfrentamos em 2008”, disse o autor no seu artigo para TheMostImportantNews.com.
Segundo o analista, as taxas de juros excessivamente baixas da última década permitiram às corporações estadunidenses acumular a maior dívida corporativa da história.
A dívida corporativa total dos Estados Unidos alcançou quase US$ 10 trilhões (R$ 41 trilhão), um recorde de 47% da economia em geral, observa o autor.
No entanto, a dívida total das empresas é na realidade muito maior, se se tiver em conta a dívida das pequenas e médias empresas, as empresas familiares e outras que não est…

Bebiano, por vingança, ataca Sérgio Moro

O ex-ministro da Secretaria-Geral da República Gustavo Bebianno afirmou que o ex-juiz Sérgio Moro teve pelo menos cinco encontros com o atual ministro da Economia, Paulo Guedes, antes do resultado da eleição presidencial. A entrevista foi concedida ao jornalista Fabio Pannunzio. 

Bebianno contou que aliados tiveram um encontro na casa de Bolsonaro no dia do segundo turno. "Paulo Guedes me chama e diz 'quero conversar com um você um negócio importante'. Ele me contou já tinha tido cinco ou seis conversas com Sérgio Moro e que Moro estaria disposto a abandonar a magistratura e aceitar o desafio como ministro da Justiça", disse o ex-ministro.

Depois de aceitar o convite, Moro foi oficalizado como titular da Justiça e Segurança Pública, que demonstrou claramente a sua intenção de interferir na eleição ao liberar a delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci há uma semana do primeiro turno do pleito presidencial. 

O ex-juiz vê seu desgaste cada vez maior desde junho, quando começaram a ser divulgadas pelo #InterceptBrasil as irregularidades da Operação Lava Jato. Moro interferir no trabalho de procuradores, o que fere a equidistância entre quem julga e quem acusa. 

De acordo com uma das reportagens do #InterceptBrasil, em parceira com a Veja, o ex-juiz pediu o acréscimo de informações na elaboração de uma denúncia contra Zwi Skornicki, representante da Keppel Fels, estaleiro que tinha contratos com a Petrobrás para a construção de plataformas de petróleo.

Moro também sugeria a inversão da ordem das fases da Lava Jato e chegou a questionar a capacidade de uma procuradora em interrogar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado sem provas para não disputar a eleição. Inclusive, uma das reportagens apontou que o procurador Deltan Dallagnol duvidava da existência de provas contra o ex-presidente no processo do triplex em Guarujá (SP).


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