Bomba-relógio: EUA criaram uma bolha de dívidas maior que 2008. É assustador!

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Analistas econômicos cada vez mais se lembram da crise financeira de 2008 e advertem que as bolhas podem voltar e arrebentar a qualquer momento. Analista econômico avalia o perigo atual.
Se há mais de 10 anos foi a bolha do mercado imobiliário, agora há outra bomba-relógio: a dívida corporativa, opina o analista econômico Michael Snyder.
“Nós enfrentamos uma bomba de dívida corporativa que é muito, muito maior do que a que enfrentamos em 2008”, disse o autor no seu artigo para TheMostImportantNews.com.
Segundo o analista, as taxas de juros excessivamente baixas da última década permitiram às corporações estadunidenses acumular a maior dívida corporativa da história.
A dívida corporativa total dos Estados Unidos alcançou quase US$ 10 trilhões (R$ 41 trilhão), um recorde de 47% da economia em geral, observa o autor.
No entanto, a dívida total das empresas é na realidade muito maior, se se tiver em conta a dívida das pequenas e médias empresas, as empresas familiares e outras que não est…

A denúncia é grave: doleiro pagava propina ao procurador. E agora?

A Polícia Federal predeu o doleiro Dario Messer considerado o doleiro dos doleiros pelas autoridades policiais. Messer foi preso depois que os agentes federais conseguiram interceptar uma ligação entre ele e sua namorada acusada de movimentar uma conta de R$ 6 bilhões.

Nesta semana o doleiro começou fazer sua delação e o que ele conta não é nada agradável.

Segundo declarações de Dario Messer, havia pagamento mensal ao procurador Januário Paludo, o mesmo que aparece em mensagens trocadas pelos procuradores da Lava Jato, no aplicativo Telegram. Messer pagava para não ser investigado. Suas operações financeiras eram gigantescas e atendiam autoridades políticas e empresários dentro e fora do Brasil.

O procurador federal citado pelo doleiro aparece no grupo do #Telegram como "Filhos de Januário", numa alusão aos colegas de trabalho que atuam com ele nas investigações da Lava Jato.

Na conversa, Messer diz à namorada que uma testemunha de acusação de um dos processos contra ele teria uma reunião com Paludo. "Sendo que esse Paludo é destinatário de pelo menos parte da propina paga pelos meninos todo mês", afirmou o doleiro. Os meninos citados por Messer, segundo o #UOL, seriam seus auxiliares em operações de lavagem de dinheiro e que, hoje, se tornaram delatores da "lava jato".

Januário Paludo é um dos mais antigos integrantes da força-tarefa da "lava jato" e também um dos mais experientes. Atuou no caso Banestado nos anos 90. O nome dele apareceu algumas vezes na "vaza jato", série de reportagens com conversas privadas de procuradores que atuam na operação. Em uma delas, Paludo desdenhou do pedido do ex-presidente Lula para deixar a prisão e acompanhar o velório do irmão. "O safado só queria viajar", disse.

Nota do MPF

Em nota, o MPF-PR repudiou "suposições infundadas contra o procurador". "A ação penal que tramitou contra Dario Messer em Curitiba foi de responsabilidade de outro procurador que atua na procuradoria da República no Paraná, o qual trabalhou no caso com completa independência. Nem o procurador Januário Paludo, nem a força-tarefa atuaram nesse processo", diz a nota.

Ainda segundo o MPF, Messer é alvo de investigação na "lava jato" do Rio de Janeiro, "razão pela qual não faz sequer sentido a suposição de que um procurador da força-tarefa do Paraná poderia oferecer qualquer tipo de proteção". Por fim, os integrantes da força-tarefa afirmam ter plena confiança no trabalho de Paludo, "pessoa com extenso rol de serviços prestados à sociedade e respeitada no Ministério Público pela seriedade, profissionalismo e experiência".

(com informações do Conjur)


Comentários

  1. Esse canalha comprou até o Pres.do Paraguai, agora que eu saiba ele está na lava jato do Rio de Janeiro e não de Curitiba, vão inventar fakes adoidados..

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