Fábricas e montadoras brasileiras paralisam atividades

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Férias coletivas e adiamento de vários lançamentos, esse é o cenário que toma conta da indústria brasileira. Não tem mais componentes eletrônicos para produção e reposição em produtos industrializados. A matéria-prima produzida na China não chega mais.
Entre 20 mil a 30 mil funcionários de empresas de tecnologia da informação, especialmente de celulares e computadores, devem mudar a rotina de trabalho no curto prazo.
O número foi destacado pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, que levou em conta pesquisa feita com 50 empresas do setor. De acordo com o levantamento, a produção do primeiro trimestre deverá ficar 22% abaixo da inicialmente projetada por essas companhias em razão do coronavírus.

Lava Jato ameaçou criança de sete anos para amedrontar suspeita

Em ato de desprezo pelo Estado Democrático de Direito, a Lava Jato colocou uma criança de 7 anos sob a mira de metralhadoras ao invadir a casa de sua mãe em maio de 2018. O objetivo era obrigar o avô da criança o empresário luso-brasileiro Raul Schmidt, a entregar-se. Segundo revelação do Intercept, os policiais federais que invadiram a casa exigiram “aos berros”, com metralhadoras, que ela revelasse o paradeiro de seu pai, para “evitar dor de cabeça para seu filho'”.

A operação aconteceu no Rio de Janeiro, em 24 de maio do ano passado, Quatro dias depois em pedido de habeas corpus ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, os advogados de Nathalie Angerami Priante Schmidt Felippe informaram que “três agentes da Polícia Federal portando metralhadora ingressaram na residência da paciente de forma truculenta, exigindo, aos berros, que ela revelasse o atual paradeiro do seu genitor, sob ameaça de ‘evitar dor de cabeça para seu filho'”, referindo-se à criança dela, um menino então com sete anos.

“O MPF apelou a Moro mirando na filha do investigado: queria que o passaporte de Nathalie fosse cassado e que ela fosse proibida de sair do Brasil. O plano era forçá-lo a se entregar para evitar mais pressão sobre a filha”, diz a matéria.

Posteriormente, Moro reconheceu: “não havia comprovação suficiente de culpa e que o nome dela era inédito nas investigações até ali”, disse ele.


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