Trump mandará brasileiros ilegais para prisões em outros países

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O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) cogita enviar imigrantes brasileiros que cruzam a fronteira do México de volta ao território mexicano enquanto aguardam audiência em tribunais norte-americanos, de acordo com uma autoridades EUA e uma autoridade mexicana a par das conversas.
As deliberações são uma reação ao aumento do número de brasileiros chegando à divisa entre EUA e México para pedir asilo a Washington, disseram as autoridades. O governo do presidente Donald Trump também estuda a possibilidade de enviar brasileiros postulantes a asilo a outras nações, segundo o funcionário norte-americano.
Trump, que busca a reeleição em novembro, fez da imigração um dos argumentos centrais de seu discurso ao eleitores. Durante seu governo, ele criticou os postulantes a asilo e argumentou que a maior parte dos imigrantes que chegam à fronteira carecem de uma justificativa válida para pedir proteção.
(com informações de Reuters)

Lava Jato ameaçou criança de sete anos para amedrontar suspeita

Em ato de desprezo pelo Estado Democrático de Direito, a Lava Jato colocou uma criança de 7 anos sob a mira de metralhadoras ao invadir a casa de sua mãe em maio de 2018. O objetivo era obrigar o avô da criança o empresário luso-brasileiro Raul Schmidt, a entregar-se. Segundo revelação do Intercept, os policiais federais que invadiram a casa exigiram “aos berros”, com metralhadoras, que ela revelasse o paradeiro de seu pai, para “evitar dor de cabeça para seu filho'”.

A operação aconteceu no Rio de Janeiro, em 24 de maio do ano passado, Quatro dias depois em pedido de habeas corpus ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, os advogados de Nathalie Angerami Priante Schmidt Felippe informaram que “três agentes da Polícia Federal portando metralhadora ingressaram na residência da paciente de forma truculenta, exigindo, aos berros, que ela revelasse o atual paradeiro do seu genitor, sob ameaça de ‘evitar dor de cabeça para seu filho'”, referindo-se à criança dela, um menino então com sete anos.

“O MPF apelou a Moro mirando na filha do investigado: queria que o passaporte de Nathalie fosse cassado e que ela fosse proibida de sair do Brasil. O plano era forçá-lo a se entregar para evitar mais pressão sobre a filha”, diz a matéria.

Posteriormente, Moro reconheceu: “não havia comprovação suficiente de culpa e que o nome dela era inédito nas investigações até ali”, disse ele.


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