Pastor admite estupro de menor mas culpa o demônio

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O pastor de uma igreja na cidade de Gaithersburg, no estado de Maryland (EUA), foi preso nesta quarta-feira (25) após ser acusado de uma tentativa de estupro por uma menina que frequentava o local. Ao ser questionado sobre o abuso, ele afirmou que foi levado a atacar a vítima por 'demônios internos'.
Segundo informações da rede de TV norte-americana NBC, o home, identificado como Octavio Cantarero, de 42 anos, é pastor na Igreja Pentecostal Príncipe da Paz e teria invadido o quarto da jovem, que não teve a idade revelada, enquanto ela dormia.
No depoimento, a vítima afirmou que acordou com Cantarero já em cima dela, mas que conseguiu lutar com ele e fugir do quarto. Após a tentativa de estupro, ele teria tentado abafar o caso e silenciar a garota com alguns presentes, além de prometer que a colocaria em uma escola e até pagaria o aluguel de uma residência, caso ela quisesse se mudar.
Ainda de acordo com a publicação, a menina vivia em um dos quartos da igreja desde o último di…

STJ avalia pedido de prisão de Sérgio Moro

O coletivo nacional de Advogadas e Advogados pela Democracia pediu ontem, por volta das 21hs deste sábado, (15/06/19), no Superior Tribunal de Justiça, a prisão em caráter cautelar do juiz Sérgio Fernando Moro e dos procuradores federais Deltan Martinazzo Dallagnol, Laura Gonçalves Tessler, Carlos Fernando dos Santos Lima e Maurício Gotardo Gerum, que aparecem nas conversas reveladas pelo site The Intercept, do jornalista Glenn Greenwald.

Segundo a petição, Moro, Dallagnol e os demais procuradores estão manipulando a imprensa e podem estar destruindo provas para encobrir crimes como o de formação de organização criminosa, corrupção passiva, prevaricação e violação de sigilo funcional, além de crimes contra o regime representativo e democrático, a Federação e o Estado de Direito.

O documento protocolado aponta que "restam inexoravelmente presentes os requisitos do 'fumus comissi delicti' [onde há fumaça há fogo] e do 'periculum in libertatis' [perigo da permanência do suspeito em liberdade], seja para resguardar a ordem pública ou para conveniência da instrução criminal."

"Protocolamos o pedido de instauração de inquérito. São medidas práticas de prisão cautelar para evitar a fabricação de provas como a que está sendo veiculada pela mídia nesse momento sobre um hacker que está invadindo o Telegram. O próprio aplicativo de mensagens há manifestou que isso não é verdade", disse aos Jornalistas Livres um dos membros do coletivo Advogadas e Advogados pela Democracia.

Agora, o STJ tem de despachar a petição imediatamente, ainda nesta madrugada, sob pena de o ministro plantonista incorrer no crime de prevaricação. "O plantonista poderá acatar a petição, recusá-la ou determinar medidas alternativas como afastamento de Moro e procuradores de seus cargos", elucidou o coletivo.


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