Pastor admite estupro de menor mas culpa o demônio

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O pastor de uma igreja na cidade de Gaithersburg, no estado de Maryland (EUA), foi preso nesta quarta-feira (25) após ser acusado de uma tentativa de estupro por uma menina que frequentava o local. Ao ser questionado sobre o abuso, ele afirmou que foi levado a atacar a vítima por 'demônios internos'.
Segundo informações da rede de TV norte-americana NBC, o home, identificado como Octavio Cantarero, de 42 anos, é pastor na Igreja Pentecostal Príncipe da Paz e teria invadido o quarto da jovem, que não teve a idade revelada, enquanto ela dormia.
No depoimento, a vítima afirmou que acordou com Cantarero já em cima dela, mas que conseguiu lutar com ele e fugir do quarto. Após a tentativa de estupro, ele teria tentado abafar o caso e silenciar a garota com alguns presentes, além de prometer que a colocaria em uma escola e até pagaria o aluguel de uma residência, caso ela quisesse se mudar.
Ainda de acordo com a publicação, a menina vivia em um dos quartos da igreja desde o último di…

Sérgio Moro ficou indignado com delegado federal, por quê?

As conversas travadas entre Sérgio Moro e o procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, revelam mais sobre a novela de corrupção que virou o que seria a maior operação de combate à corrupção no Brasil. A influência do juiz, naquela época, era tamanha que chegou a decidir sobre as funções e tarefas de um delegado da Polícia Federal.

O jornalista Reinaldo Azevedo em parceria com o IntecerptBrasil descreveu de forma bem detalhada sobre a trama sórdida mantida através do aplicativo Telegram.

Confira abaixo o trecho escrito pelo jornalista:

1: nota-se a clara insatisfação de Moro com o fato de a PF ter anexado aos autos a tal da lista da Odebrecht, que trazia políticos com foro especial. Obviamente, há mais do que o simples temor de provocar a ira de Teori Zavascki. Sem essa divulgação, havia a possibilidade de que tais pessoas continuassem a ser investigadas de modo irregular pela força-tarefa — quando essa era uma competência da Procuradoria-Geral da República —, sob, literalmente, o comando de um juiz de primeira instância, quando tal atribuição era do Supremo;

2: Deltan se oferece para mobilizar a força-tarefa e o Conselho Nacional de Justiça e fala em antecipar uma denúncia — numa clara manipulação do andamento da investigação — para tentar diminuir os contratempos do juiz junto ao Supremo.

3: Se resta evidente que Moro conduzia a mão de Dallagnol, este, por sua vez, mobiliza um delegado da Polícia Federal para expressar a insatisfação do juiz com a decisão tomada pela PF. Há um dado que a muitos esta escapando: o que Moro chama de "tremenda bola nas costas" era apenas de um ato regular da Polícia Federal, que seguia o rito legal.

O conteúdo revela que Sérgio Moro extrapolou o limite legal da atuação de um magistrado.




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