URGENTE: OMS declara pandemia

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) declara uma pandemia do coronavirus, num reconhecimento de que a mera estratégia de conter a proliferação da doença já não seria suficiente. A classificação significa que uma transmissão recorrente está ocorrendo em diferentes partes do mundo e de forma simultânea.
Na prática, ao anunciar a pandemia, a agência de Saúde indica que governos devem trabalhar não mais para apenas conter um caso. Mas atuar para atender uma parcela da população mais ampla e vulnerável. Estratégias direcionadas apenas para identificar casos e isolar pessoas precisam ser trocadas para um plano sanitário que possa focar em evitar mortes.

A mudança no status não significa que a taxa de letalidade tenha sido incrementada. Mas que o risco de um contágio seria maior. Em apenas uma semana, o número de países afetados passou de 45 para mais de 110.

(Da coluna de Jamil Chade no UOL)

Greenwald vai derrubar a organização criminosa de Curitiba.Vai cair a Globo e pasmem, a CIA

O jornalista americano joga pesado, mais pesado que os idiotas úteis do Brasil imaginam. Greenwald, segundo uma fonte, revelou apenas 3% de todo material que está em poder dele. O premiado jornalista tem um alvo maior do que bagrinhos brasileiros envolvidos nesse laço, a CIA.

Trechos de sua entrevista revelam sua determinação e avalanche que virá sobre o Brasil nas semana que seguem.

Confira esse trecho publicado no site APública.

“Se você não quer esses riscos, você não deve fazer jornalismo”, afirma Glenn Greenwald sobre a série do The Intercept Brasil que revelou no último domingo trocas de mensagens nada republicanas entre o então juiz federal Sérgio Moro e a força-tarefa da Lava Jato.

As revelações, frutos de documentos enviados por uma fonte anônima, podem ter influenciado os rumos das últimas eleições no país e seu conteúdo dinamitou uma série de reações em todas as esferas de poder e da opinião pública.

Na entrevista à Pública, Greenwald fala sobre as reações dos envolvidos e trata da cobertura da imprensa sobre a Lava Jato antes e depois das reportagens do The Intercept Brasil. “Quando a grande mídia transforma Moro e a Força Tarefa em deuses ou super heróis, se torna inevitável o que aconteceu. Os jornalistas pararam de investigar e questionar a Lava Jato e simplesmente ficaram aplaudindo, apoiando e ajudando”, avalia.

Segundo ele, há exceções como a Folha de S. Paulo e jornalistas independentes. E pondera: “preciso falar que depois de publicar o que publicamos, acho que com uma exceção, que é a Globo, a grande mídia está reportando o material de forma mais ou menos justa, com a gravidade que merece”.


O jornalista tem informações consideradas estarrecedoras, conforme informou à fonte. Os detalhes envolvendo um grande esquema articulado para derrubar o processo eleitoral e levar à candidatura de Jair Bolsonaro e ascensão de Sérgio Moro.

A possibilidade de um cenário altamente perturbador sobre o destino da política brasileira está desenhado e o fim será, segundo informações, a completa revelação de toda trama envolvendo autoridades políticas e do Poder Judiciário, além de veículos de comunicação.

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