URGENTE: OMS declara pandemia

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) declara uma pandemia do coronavirus, num reconhecimento de que a mera estratégia de conter a proliferação da doença já não seria suficiente. A classificação significa que uma transmissão recorrente está ocorrendo em diferentes partes do mundo e de forma simultânea.
Na prática, ao anunciar a pandemia, a agência de Saúde indica que governos devem trabalhar não mais para apenas conter um caso. Mas atuar para atender uma parcela da população mais ampla e vulnerável. Estratégias direcionadas apenas para identificar casos e isolar pessoas precisam ser trocadas para um plano sanitário que possa focar em evitar mortes.

A mudança no status não significa que a taxa de letalidade tenha sido incrementada. Mas que o risco de um contágio seria maior. Em apenas uma semana, o número de países afetados passou de 45 para mais de 110.

(Da coluna de Jamil Chade no UOL)

Conluio entre Judiciário e o Ministério Público contaminou tudo

"Um conluio absurdo entre o Judiciário e o Ministério Público”: assim o cientista político Sérgio Praça, da Fundação Getúlio Vargas, classifica as conversas mantidas entre o juiz Sérgio Moro e o procurador da República Deltan Dallagnol quando integravam a força-tarefa da Operação Lava Jato. "Em qualquer outro país seria um escândalo para o ministro renunciar hoje e para o procurador sofrer um processo administrativo hoje", completa Praça, em entrevista à DW.

Para o cientista político, as conversas tornadas púbicas pelo site Intercept são "as mais estarrecedoras desde o mensalão, em 2005". Mas Praça não acredita que Moro, hoje ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro, estaria ameaçado no cargo. "A popularidade dele impede que isso aconteça."

Tanto Moro quanto a força-tarefa da Lava Jato rejeitaram as acusações de que as conversas teriam sido ilegais. "A Lava Jato é contra a corrupção, seja de quem ela for", disse Dallagnol em vídeo publicado na segunda-feira.

O corregedor do Conselho Nacional do Ministério Público, Orlando Rochadel, decidiu na segunda-feira apurar se Dallagnol e outros integrantes do Ministério Público que integram a Lava Jato cometeram "falta funcional" em razão de troca de mensagens.


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