Moro escondeu mais do que se pode imginar

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O TRF-4 precisa dar satisfação ao povo brasileiro sobre a conduta irregular do ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro.
O traidor da Pátria reconhece a veracidade das mensagens do Telegram divulgadas pelo TheIntecerptBrasil. Quando afirmou que deu palestras e doou o dinheiro pra "caridade", Moro assinou a sua culpa. Além disso, ele tenta esconder o crime que cometeu quando não declarou as palestras que havia dado desrespeitando a resolução do CNJ.
Afinal, pra que serve a estrutura do TRF-4? Depois de tudo que foi revelado até o momento nota-se que Sergio Moro faz pouco caso do órgão.

Polícia Federal entra no Banco Paulista. Lavagem de dinheiro!

A equipe da Polícia Federal está nas ruas para realizar prisões e apreensões resultados de denúncias e investigações sobre a existência de um mega esquema de corrupção envolvendo bancos. A lavagem de dinheiro por parte de empresários e banqueiros pode estar acontecendo dentro do sistema financeiro.

A Polícia Federal (PF) prendeu três funcionários do Banco Paulista S.A., nesta quarta-feira (8), na 61ª fase da Operação Lava Jato. Esta nova etapa mira um esquema de lavagem de dinheiro que, segundo o Ministério Público Federal, movimentou R$ 48 milhões do Grupo Odebrecht. Executivos do banco assinavam contratos falsos para repassar o dinheiro, diz o MPF.

A Lava Jato também apura outros repasses que somam R$ 280 milhões.

Em nota, o Banco Paulista informou que a área de câmbio da empresa foi surpreendida com a operação PF em sua sede, e que está colaborando com as autoridades e retomando suas operações regulares.

As prisões ocorreram em São Paulo. Mandados judiciais também são cumpridos no Rio de Janeiro e em Porto Alegre. Além dos três mandados de prisão preventiva, que é por tempo indeterminado, há 41 mandados de busca e apreensão. A PF diz que é a primeira vez que a Lava Jato cumpre mandados na sede um banco.

Segundo o MPF, os alvos do Banco Paulista são:

Paulo Cesar Haenel Pereira Barreto, funcionário da mesa de câmbio do banco. É suspeito de receber valores em espécie e manter contato com integrantes do “Setor de Operações Estruturadas” do Grupo Odebrecht;

Tarcísio Rodrigues Joaquim, diretor da área de câmbio. É suspeito de assinar contratos falsos;

Gerson Luiz Mendes de Brito, diretor-geral. É suspeito de assinar contratos falsos.

Esses funcionários são suspeitos de contratar de empresas de fachada, que emitiam notas fiscais e contratos fictícios para justificar serviços não prestados. Dessa maneira, pagamentos feitos e recebidos pelo banco no exterior eram encobertos.

Os presos serão levados para a sede da PF em São Paulo e, depois, serão encaminhados para Curitiba.


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