Camargo Correa: explodiu o escândalo da maior de todas empreiteiras

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O Antagonista revelou dias atrás que a Polícia Federal apreendeu planilhas, contratos e recibos com mais de R$ 11 milhões pagos pela Camargo Corrêa a Márcio Thomaz Bastos e a uma dezena de escritórios de advocacia no âmbito das investigações da Operação Castelo de Areia.
O valor, porém, é quase quatro vezes maior. Em sua delação, Antonio Palocci disse que a Camargo Corrêa pagou um total de R$ 40 milhões.
Nesse valor, estariam os “5 milhões” que o ex-ministro afirma terem sido usados para a compra de uma liminar que travou a operação. Como mostramos em primeira mão, a cifra coincide com dois repasses feitos pela empreiteira logo após duas importantes decisões judiciais sobre o caso.
Segundo Palocci, Thomaz Bastos teria lhe dito que “pagou 5” no exterior, o que criou certa confusão na investigação sobre qual seria a moeda utilizada: dólares ou reais. Com os novos dados, a PF desconfia que não foram US$ 5 milhões, mas o equivalente a R$ 5 milhões na moeda americana.
Como revelamos em ago…

Pastor Felipe Heiderich, acusado pela ex-esposa de abuso, é absolvido

O pastor Felipe Heiderich viu sua vida mudar completamente nos últimos anos, pois foi acusado de abuso infantil, mas em meados de abril foi absolvido pela Justiça. Porém, a marca de tudo que viveu neste período está viva em sua memória. Em 2016, ele chegou a ser preso, acusado de abusar do próprio enteado, que na época estava com 5 anos de idade.

Enquanto ficou aguardando a decisão da Justiça, chegou a desenvolver TEPT – Transtorno do estresse pós-traumático, que geralmente acontece quando a pessoa vive um episódio de grande violência, passando a ter pesadelos e até mesmo reviver os momentos de terror.

“Fui tratado da forma como você imagina que um acusado de pedofilia é tratado, mas, pela graça de Deus, não fui estuprado“, disse o pastor Heiderich que ficou alguns dias no Bangu 10, no Complexo Penitenciário de Gericinó, Rio de Janeiro.

O processo correu em segredo de justiça e, com a conclusão do inquérito, o pastor pôde responder o processo em liberdade, mas contou que ainda não conseguiu se recuperar de tudo que viveu. Ele contou que viveu um grande trauma, ficou com medo até mesmo de ser apedrejado e que agora quer reaprender a viver.

A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária divulgou uma nota informando que ‘não houve nenhuma denúncia na época do suposto fato em nossa Corregedoria’, se referindo às declarações de que o pastor teria sofrido muito na prisão.

O pastor diz que agora se assusta quando alguém toca nele, mas aos poucos está se recuperando do trauma e que se manteve vivo graças à sua fé.


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