George Soros investirá 1 bilhão de dólares. Pra quê?

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O bilionário George Soros anunciou na noite desta quinta (23) que investirá US$ 1 bilhão (cerca de R$ 4,2 bilhões) na criação de uma rede acadêmica para lutar contra os “ditadores de agora e em gestação” e as mudanças climáticas.
A iniciativa, batizada de Open Society University Network, foi divulgada num discurso em seu tradicional jantar anual durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.
Segundo nota publicada no site da fundação de Soros, a Open Society Foundation, o objetivo do projeto é conectar instituições de ensino superior pelo mundo, oferecendo cursos e programas de graduação conjuntos e pensado para reunir estudantes e professores de diferentes países.
A rede buscará alcançar lugares que não possuem educação de qualidade e busca promover os valores da liberdade de expressão e da diversidade de crenças, entre outros.
Soros ainda destilou duras críticas contra o posicionamento político e administrativo do presidente Jair Bolsonaro. O bilionário garante que o Brasil …

Michele Bolsonaro, sem foro privilegiado, é o alvo

O governo Jair Bolsonaro poderá viver dias sombrios em breve. A decisão da Justiça em quebrar os sigilos de Carlos e Flávio Bolsonaro, filhos do presidente, pode colocar numa situação mais complicada a primeira-dama Michele Bolsonaro.

Michele também está sendo citada como suspeita de ter recebido dinheiro de transações suspeitas em sua conta bancária. A primeira- dama pode ser o principal alvo a ser atingido nas investigações uma vez que ela não tem garantias de foro privilegiado.

O presidente Jair Bolsonaro disse que os R$ 24 mil pagos em cheques pelo ex-assessor Fabrício José de Queiroz a primeira-dama Michelle Bolsonaro referem-se à quitação de uma dívida pessoal. “Emprestei dinheiro para ele em outras oportunidades. Nessa última agora, ele estava com um problema financeiro e uma dívida que ele tinha comigo se acumulou. Não foram R$ 24 mil, foram R$ 40 mil. Se o Coaf quiser retroagir um pouquinho mais, vai chegar nos R$ 40 mil.”

A retirada do COAF das mãos do ministro Sérgio Moro sinaliza que os dados estarão fora da alçada política do governo.

Carlos e Flávio estão sob forte pressão principalmente depois do pedido de delação premiada que pode ser efetivado pelo ex-assessor Fabrício Queiroz. Se o Queiroz não confirmar a história contada por Bolsonaro sobre o tal empréstimo ele ficará numa situação complicadíssima. Se confessar poderá mandar para a cadeia a primeira-dama.



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