Roubo de carne: quadrilha rouba 30 toneladas

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Um motorista foi sequestrado e teve um caminhão com 30 toneladas de carne roubado por uma quadrilha nesse domingo (8) em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá.

Segundo a Polícia Militar, dois suspeitos foram presos. A carga, avaliada em R$ 370 mil, foi recuperada junto com o caminhão.

O crime foi descoberto depois que os policiais perceberam uma movimentação suspeita na região da Comunidade Pai André, em Várzea Grande. Dois homens foram flagrados descarregando peças de carne de um caminhão câmara fria para uma picape.

Muçulmanos já pregam morte a cristãos e judeus brasileiros

A religião islâmica vem crescendo no Brasil e muitos dos convertidos à doutrina de Maomé estão se tornando radicais que pregam o extermínio de cristãos e judeus. A constatação, pasmem, partiu do principal xeque xiita brasileiro, Rodrigo Jalloul.

A religião islâmica surgiu cerca de 600 anos depois de Cristo, sob a liderança do controverso Maomé, que em seus escritos, fala de tolerância e respeito, mas também de morte como punição aos infiéis, apóstatas, homossexuais e qualquer outro que tenha ouvido as bases do islamismo mas tenha recusado a conversão.

Jalloul concedeu uma entrevista à revista Veja e afirmou que no Brasil o extremismo muçulmano já começa a ser notado por fiéis da própria religião. “Alguns xeques erram em focar muito a política e pouco a religião. Eles dizem abertamente que os xiitas são hereges e malditos. Os brasileiros que se convertem não conhecem a história da religião e acabam caindo nessa farsa”, afirmou.

“A radicalização dos muçulmanos brasileiros deve-se ao excesso de informação disponível, mas sem um filtro adequado. Certa vez, encontrei uma muçulmana sunita na porta da mesquita do Brás [em São Paulo] e convidei-a para entrar. Ela se recusou, pois um xeque sunita lhe havia dito que se tratava de um lugar maldito”, explicou Jalloul, contextualizando o raciocínio.

No mundo árabe, sunitas e xiitas – apesar de professarem a mesma fé – vivem em pé de guerra, por questões de interpretações do Corão. De acordo com Jalloul, o extremismo dos muçulmanos brasileiros acontece por influência dos sunitas e suas ramificações.


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