Moro escondeu mais do que se pode imginar

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O TRF-4 precisa dar satisfação ao povo brasileiro sobre a conduta irregular do ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro.
O traidor da Pátria reconhece a veracidade das mensagens do Telegram divulgadas pelo TheIntecerptBrasil. Quando afirmou que deu palestras e doou o dinheiro pra "caridade", Moro assinou a sua culpa. Além disso, ele tenta esconder o crime que cometeu quando não declarou as palestras que havia dado desrespeitando a resolução do CNJ.
Afinal, pra que serve a estrutura do TRF-4? Depois de tudo que foi revelado até o momento nota-se que Sergio Moro faz pouco caso do órgão.

Muçulmanos já pregam morte a cristãos e judeus brasileiros

A religião islâmica vem crescendo no Brasil e muitos dos convertidos à doutrina de Maomé estão se tornando radicais que pregam o extermínio de cristãos e judeus. A constatação, pasmem, partiu do principal xeque xiita brasileiro, Rodrigo Jalloul.

A religião islâmica surgiu cerca de 600 anos depois de Cristo, sob a liderança do controverso Maomé, que em seus escritos, fala de tolerância e respeito, mas também de morte como punição aos infiéis, apóstatas, homossexuais e qualquer outro que tenha ouvido as bases do islamismo mas tenha recusado a conversão.

Jalloul concedeu uma entrevista à revista Veja e afirmou que no Brasil o extremismo muçulmano já começa a ser notado por fiéis da própria religião. “Alguns xeques erram em focar muito a política e pouco a religião. Eles dizem abertamente que os xiitas são hereges e malditos. Os brasileiros que se convertem não conhecem a história da religião e acabam caindo nessa farsa”, afirmou.

“A radicalização dos muçulmanos brasileiros deve-se ao excesso de informação disponível, mas sem um filtro adequado. Certa vez, encontrei uma muçulmana sunita na porta da mesquita do Brás [em São Paulo] e convidei-a para entrar. Ela se recusou, pois um xeque sunita lhe havia dito que se tratava de um lugar maldito”, explicou Jalloul, contextualizando o raciocínio.

No mundo árabe, sunitas e xiitas – apesar de professarem a mesma fé – vivem em pé de guerra, por questões de interpretações do Corão. De acordo com Jalloul, o extremismo dos muçulmanos brasileiros acontece por influência dos sunitas e suas ramificações.


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