Homem de cueca tenta fugir da casa da amante e cai na calçada

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Um homem que fugia da casa da amante - que é casada - pelas paredes da fachada de um prédio em Maoming (província de Guangdong, China), usando apenas uma camisa e cueca, acabou caindo na calçada abaixo.
O caso viralizou na rede Weibo (equivalente chinês ao Twitter). De acordo com testemunhas, o homem teria fugido após a família da amante retornar inesperadamente ao apartamento. O chinês conseguiu se sustentar por alguns minutos, chegou a fazer uma ligação, mas acabou perdendo a força e despencando por vários andares.
Um vídeo feito de edifício vizinho registrou boa parte da cena. Não há, entretanto, imagens da queda. O material termina com o corpo caído na calçada, cercado por algumas pessoas.

Motoristas de senadores, deputados e ministros praticam crimes e infrações. É uma zona!

Quem reside em Brasília reclama e com razão, os motoristas de deputados, senadores e ministros não respeitam leis de trânsito. Carros oficiais parados em locais não permitidos, filas duplas e avanço de sinalização são infrações corriqueiras praticadas por quem deveria dar exemplo. Esse tipo de atitude tem extrapolado a paciência de quem precisa trabalhar e é desafiado pelos veículos oficiais em alta velocidade e parados em áreas irregulares.

Os carros oficiais a serviço dos senadores Marcos Rogério (DEM-RO), Mecias de Jesus (PRB-RR) e do 1º Secretário do Senado, Sérgio de Oliveira Cunha, mais conhecido como Sérgio Petecão (PSD-AC), foram flagrados estacionados em locais proibidos ou em fila dupla.

Esta semana, três senadores encaminharam à área administrativa da Casa solicitação para trocar a placa de bronze preta por placas “particulares”, na verdade “frias”, para disfarçar o privilégio. Até esse tipo de atitude é motivo para ser repudiada. O que eles querem é liberdade para cometimento de crimes e infrações.

O senador Alvaro Dias (Pode-PR), um dos solicitantes, disse que precisa “transitar com naturalidade” e que já não deseja usufruir “dos privilégios da placa de autoridade”. Para ele, certamente, o privilégio não é o carrão comprado e mantido com dinheiro público, mas a placa.

Até o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (DEM-AP) também fez a solicitação para a retirada da placa preta. E não explicou suas razões para esconder as “características identificáveis” dos carros oficiais.


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