Coronavírus no Brasil: Ministério da Saúde nega. Quem acredita no Ministério?

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Agentes de Saúde, do estado de Minas Gerais, acionaram o sinal de alerta sobre a suspeita de infecção pela bactéria do #coronavírus em uma paciente, que deu entrada com sintomas semelhantes ao que está sendo apresentado na China.
O caso está sendo acompanhando e investigado pela SES (Secretaria Estadual de Saúde), e tratado como 2019-nCoV. A secretaria informou que mais detalhes serão repassados ainda nesta quarta-feira (22).
A idade e a identidade do paciente ainda não foram confirmados. As autoridades chinesas identificaram o novo coronavírus, que resultou em mais de 400 casos confirmados no país asiático. O primeiro caso nos Estados Unidos foi anunciado em 21 de janeiro de 2020.
O Ministério da Saúde nega
O Ministério da Saúde contrapôs a informação prestada pela SES-MG onde afirma que não há comprovação que seja o mesmo vírus. A questão é: quem acredita na informação do governo?
O ano de 2019 foi marcado por desinformação promovida principalmente pelo presidente Jair Bolsonaro e diver…

Militar levava cocaína em avião da Força Aérea Brasileira

Reportagem de Luiz Vassalo no jornal O Estado de S.Paulo desta sexta-feira (12) informa que o Tribunal Superior Militar (TSM) cassou o cargo e a patente de um major da aeronáutica pela prática de tráfico de drogas internacionais e associação criminosa, utilizando-se de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). O militar já havia sido condenado a prisão de 16 anos e 266 dias de multa.

Além do oficial da reserva, outros dois de seus colegas, comparsas da atividade criminosa, já tinham perdido seus postos e patentes.

O transporte de 33 quilos de cocaína no interior de uma aeronave Hércules C-130 da Aeronáutica, na cidade de Recife (PE), foi descoberto no final dos anos 1990, pela operação “Mar Aberto”, da Polícia Federal (PF).

A droga seria transportada para a França, com escala nas Ilhas Canárias. A especialização da quadrilha era levar os produtos ilícitos à Europa, com aviões da FAB.

A condenação do militar em primeira instância se deu no ano 2000, mas o caso teve o trânsito em julgado (quando não cabem mais recursos) em 2018.

A partir da pena (de reclusão superior a dois anos), o Ministério Público Militar impetrou a ação junto à Corte Militar, pedindo a cassação do cargo e da patente, como estabelece a Constituição Federal.


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