Moro escondeu mais do que se pode imginar

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O TRF-4 precisa dar satisfação ao povo brasileiro sobre a conduta irregular do ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro.
O traidor da Pátria reconhece a veracidade das mensagens do Telegram divulgadas pelo TheIntecerptBrasil. Quando afirmou que deu palestras e doou o dinheiro pra "caridade", Moro assinou a sua culpa. Além disso, ele tenta esconder o crime que cometeu quando não declarou as palestras que havia dado desrespeitando a resolução do CNJ.
Afinal, pra que serve a estrutura do TRF-4? Depois de tudo que foi revelado até o momento nota-se que Sergio Moro faz pouco caso do órgão.

Chefe de milícia era escoltado por policial do BOPE e subtenente do Exército

O sargento Leandro Lucas dos Santos, do Batalhão de Operações Especiais (Bope), preso nesta segunda-feira junto com Marco Antônio Figueiredo Martins, o Marquinho Catiri, acusado de integrar uma milícia nas Zona Norte e Oeste do Rio, disse a agentes da Corregedoria da PM que não sabia que Catiri integrava uma milícia. Uma pistola do agente foi encontrada dentro do carro blindado de Catiri, uma caminhonete Ford Ranger blindada. Santos preferiu não prestar depoimento, mas, em conversa informal com os policiais, afirmou que prestava serviço de segurança para um "empresário" e esqueceu a arma em seu carro.

O policial foi preso, junto com Catiri, mais dois PMs — um da ativa e outro, reformado — e um militar do Exército, em flagrante, pelo crime de organização criminosa. A operação, da Delegacia de Repressão as Ações Criminosas Organizadas (Draco), aconteceu numa academia dentro do Shopping Nova América, em Del Castilho. No momento em que os policiais entraram no local, Catiri corria numa esteira.

O PM do Bope era o único agente que não estava no local, mas foi até lá após os agentes encontrarem sua pistola calibre.380. Acabou preso, junto com os demais, como integrante da organização. Além de Santos e Catiri, foram detidos o cabo Bruno Ramalho, lotado na UPP São Carlos, o subtenente reformado Pedro Paulo dos Santos e o sargento reformado do Exército Valdo Honorato Pereira. Para a polícia, todos integravam a segurança do miliciano.


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