MEC assume que errou notas do ENEM. A coisa está feia!

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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, admitiu neste sábado 18/I que notas do Enem foram divulgadas com erros.
"Encontramos inconsistências na contabilização e correção da segunda prova do Enem", disse ele em vídeo publicado nas redes sociais.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inpe) liberou na véspera os resultados do exame. Imediatamente, candidatos relataram nas redes seu estranhamento com as notas.
Na manhã deste sábado, a União Nacional dos Estudantes (UNE) comentou a confissão do ministro:

ATENÇÃO!! MEC reconhece #erronoenem

Obama autorizou seus funcionários espalharem mentiras sobre Trump e a Rússia

O senador Rand Paul (R-KY) pediu na segunda-feira (25) uma investigação sobre as autoridades do governo Obama por seus supostos papéis em inventar e espalhar a ideia de que a campanha Trump estava em conluio com a Rússia.

Paul tornou-se o segundo senador, após o presidente do Comitê Judiciário do Senado, Lindsey Graham, a pedir uma investigação sobre os funcionários de Obama que foram responsáveis ​​por pressionar a narrativa russa.

Enquanto a campanha de Clinton e o Comitê Nacional Democrata pagavam o Fusion GPS para produzir o dossiê alegando que havia conluio entre a campanha de Trump e a Rússia, vários funcionários do governo Obama estavam envolvidos em espalhá-lo.

O Fusion GPS, cofundador de Glenn Simpson e autor do dossiê, o ex-espião britânico Christopher Steele, compraria o dossiê para autoridades de Obama no Departamento de Estado, no Departamento de Justiça, no FBI e em membros da mídia.

De acordo com o New York Times , o ex-diretor do FBI James Comey discutiu com funcionários não nomeados da Casa Branca o que fazer com a interferência russa nas eleições, incluindo escrever um artigo. "O presidente respondeu que ir a público iria jogar diretamente nas mãos da Rússia, semeando dúvidas sobre a legitimidade da eleição."

Mas o diretor da CIA de Obama, John Brennan, estava "tão preocupado" que ele deu uma "entrevista particular incomum no final do verão" sobre o dossiê para o líder da maioria no Senado, Harry Reid (D-NV), segundo o Times.

O dossiê foi usado por funcionários do FBI e DOJ para obter um mandado de vigilância contra o ex-assessor de campanha de Trump, Carter Page.




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