Pastor admite estupro de menor mas culpa o demônio

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O pastor de uma igreja na cidade de Gaithersburg, no estado de Maryland (EUA), foi preso nesta quarta-feira (25) após ser acusado de uma tentativa de estupro por uma menina que frequentava o local. Ao ser questionado sobre o abuso, ele afirmou que foi levado a atacar a vítima por 'demônios internos'.
Segundo informações da rede de TV norte-americana NBC, o home, identificado como Octavio Cantarero, de 42 anos, é pastor na Igreja Pentecostal Príncipe da Paz e teria invadido o quarto da jovem, que não teve a idade revelada, enquanto ela dormia.
No depoimento, a vítima afirmou que acordou com Cantarero já em cima dela, mas que conseguiu lutar com ele e fugir do quarto. Após a tentativa de estupro, ele teria tentado abafar o caso e silenciar a garota com alguns presentes, além de prometer que a colocaria em uma escola e até pagaria o aluguel de uma residência, caso ela quisesse se mudar.
Ainda de acordo com a publicação, a menina vivia em um dos quartos da igreja desde o último di…

Suécia, o país onde deputados não têm privilégios

Para os deputados suecos do novo Parlamento, eleito em setembro passado, a realidade é a austeridade de sempre: gabinetes de sete metros quadrados, apartamentos funcionais pequenos e rígidos limites para o uso do dinheiro dos contribuintes no exercício da atividade parlamentar.


Não são oferecidos a deputados suecos benefícios extras como aqueles concedidos a parlamentares no Brasil, a exemplo de verbas para fretamento de aeronaves; aluguel e demais despesas de escritório político na base eleitoral; alimentação do parlamentar; contratação de secretária e entre 25 e 50 assessores particulares; ressarcimento de gastos com médicos; auxílio-creche pago por cada filho até os seis anos de idade; auxílio-mudança para se transferir para a capital; fundos para contratação de consultorias; assinatura de publicações e serviços de TV; além de verba para divulgação de mandato.


E imunidade parlamentar é um conceito que não existe na Suécia.


"Somos cidadãos comuns", diz à BBC News Brasil o deputado Per-Arne Håkansson, do partido Social-Democrata, em seu gabinete no Parlamento sueco.


"Não há sentido em conceder privilégios especiais a parlamentares, uma vez que nossa tarefa é representar os cidadãos e conhecer a realidade em que as pessoas vivem. Também pode-se dizer que é um privilégio em si representar os cidadãos, uma vez que temos a oportunidade de influenciar os rumos do país", acrescenta Håkansson.

Parlamentares não podem aumentar o próprio salário

O salário bruto de um deputado do Parlamento sueco é de 66,900 coroas suecas por mês (cerca de R$ 27 mil). Descontados os altos impostos, um parlamentar recebe vencimentos líquidos de aproximadamente de 40,000 coroas suecas (pouco mais de R$ 16 mil) – o que equivale a menos que o dobro do que ganha um professor do ensino fundamental na Suécia.
Acesso limitado a apartamentos e quitinetes funcionais

O apartamento funcional do deputado Per-Arne Håkansson tem 46 metros quadrados. Apenas políticos com base eleitoral fora da capital, e que não possuem imóvel próprio em Estocolmo, têm direito a viver em apartamentos - ou até quitinetes - funcionais. E o Presidente do Parlamento sueco não tem direito a residência oficial.

Os apartamentos funcionais têm em média 45,6 metros quadrados. Já as quitinetes funcionais têm apenas 16 metros quadrados. Do total de 197 imóveis administrados pelo Parlamento sueco, apenas oito dispõem de espaço entre 70 e 90 metros quadrados.


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