Pastor admite estupro de menor mas culpa o demônio

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O pastor de uma igreja na cidade de Gaithersburg, no estado de Maryland (EUA), foi preso nesta quarta-feira (25) após ser acusado de uma tentativa de estupro por uma menina que frequentava o local. Ao ser questionado sobre o abuso, ele afirmou que foi levado a atacar a vítima por 'demônios internos'.
Segundo informações da rede de TV norte-americana NBC, o home, identificado como Octavio Cantarero, de 42 anos, é pastor na Igreja Pentecostal Príncipe da Paz e teria invadido o quarto da jovem, que não teve a idade revelada, enquanto ela dormia.
No depoimento, a vítima afirmou que acordou com Cantarero já em cima dela, mas que conseguiu lutar com ele e fugir do quarto. Após a tentativa de estupro, ele teria tentado abafar o caso e silenciar a garota com alguns presentes, além de prometer que a colocaria em uma escola e até pagaria o aluguel de uma residência, caso ela quisesse se mudar.
Ainda de acordo com a publicação, a menina vivia em um dos quartos da igreja desde o último di…

OAS entrega 21 políticos em delação. Pode classificar como crime organizado?

Executivos da empreiteira OAS que fecharam acordos de delação premiada com a operação Lava Jato afirmaram à Justiça terem pago cerca de R$ 125 milhões em propinas ou doações via caixa dois a 21 políticos de oito partidos, segundo reportagem do jornal O Globo.

De acordo com o jornal, os nomes incluem o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e outros políticos de peso que ainda estão no Congresso, como o deputado Aécio Neves (PSDB-MG) e os senadores José Serra (PSDB-SP) e Jaques Wagner (PT-BA).

Outros delatados tinham mandato no Legislativo federal até 31 de janeiro deste ano, caso do ex-presidente do Senado Eunício Oliveira (MDB-CE) e dos senadores Edison Lobão (MDB-MA) e Lindbergh Farias (PT-RJ).

A delação dos executivos do grupo foi homologada pelo relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, em maio do ano passado. As denúncias, segundo O Globo, partiram de oito ex-funcionários da "controladoria de projetos estruturados", um setor interno da OAS que controlava os pagamentos ilegais à semelhança do departamento que a empreiteira Odebrecht confessou manter para essa finalidade.

Os repasses da construtora aos políticos envolveram, segundo a delação revelada pelo jornal, contrapartidas na conquista de contratos para grandes obras, como a usina de Belo Monte, estádios da Copa 2014 e a transposição do rio São Francisco.




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