Bomba-relógio: EUA criaram uma bolha de dívidas maior que 2008. É assustador!

Imagem
Analistas econômicos cada vez mais se lembram da crise financeira de 2008 e advertem que as bolhas podem voltar e arrebentar a qualquer momento. Analista econômico avalia o perigo atual.
Se há mais de 10 anos foi a bolha do mercado imobiliário, agora há outra bomba-relógio: a dívida corporativa, opina o analista econômico Michael Snyder.
“Nós enfrentamos uma bomba de dívida corporativa que é muito, muito maior do que a que enfrentamos em 2008”, disse o autor no seu artigo para TheMostImportantNews.com.
Segundo o analista, as taxas de juros excessivamente baixas da última década permitiram às corporações estadunidenses acumular a maior dívida corporativa da história.
A dívida corporativa total dos Estados Unidos alcançou quase US$ 10 trilhões (R$ 41 trilhão), um recorde de 47% da economia em geral, observa o autor.
No entanto, a dívida total das empresas é na realidade muito maior, se se tiver em conta a dívida das pequenas e médias empresas, as empresas familiares e outras que não est…

Mataram em Mariana. Mataram em Brumadinho. Eles querem o nosso nióbio

A mina de nióbio - que é misturado ao aço para uso na fabricação de automóveis, estruturas, gasodutos e turbinas - era só promessa e esperança em 1965, quando o embaixador e banqueiro Walter Moreira Salles se associou à companhia de mineração Molycorp, para produzir o metal em Araxá, no Triângulo Mineiro. Deu esse passo a convite de um amigo, o almirante Arthur Radford, que presidia o conselho da empresa americana. Tornou-se sócio majoritário, com 55% do capital e mais tarde passou a ser o único dono, ao comprar os 45% restantes.

Assim nasceu a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), hoje propriedade dos herdeiros - Fernando, Pedro , João e Walter - os quatro filhos que tocam o negócio, avaliado em US$ 13 bilhões, a maior fatia da fortuna da família. Os Moreira Salles são sócios também do Itaú Unibanco, no qual detêm 33,5% ou US$ 7,1 bilhões. O valor da CBMM é estimado com base da venda de 30% da empresa para consórcios de Japão-Coréia do Sul (15%) e China (15%), por US$ 3,9 bilhões, em 2011.

"Exploramos a mina, processamos o minério, produzimos o nióbio e criamos o mercado", diz o presidente da CBMM, engenheiro metalúrgico Tadeu Carneiro, resumindo as 15 etapas de tecnologia avançada desenvolvida em 50 anos. Resultado: a companhia dos Moreira Salles vende hoje 80% do nióbio do mundo. No Brasil, onde estão 98% das reservas conhecidas do metal, só existe outra mineradora, a Catalão, em Goiás, da britânica Anglo-American, com produção de 8%.

A CBMM, com faturamento de R$ 4 bilhões, tem cerca de 2 mil empregados, aos quais está pagando este ano 8,5 salários como participação nos lucros - ou seja, 21,5 salários em 2013 para todo o seu pessoal, da escavação da mina à direção geral. O menor salário na companhia é de R$ 2.950. Do lucro líquido, 25% vão para os cofres do de Minas Gerais - são cerca de R$ 750 milhões que o Estado embolsa este ano. Os impostos federais somam R$ 800 milhões.

A fraude da Vale

No Brasil a única empresa que tem a exploração total do solo brasileiro é a Vale, entregue a preço de banana por FHC ao capital estrangeiro. O que os fraudadores querem é a Vale no chão para controlar o preço das commodities na Bolsa de Londres.

Então, Mariana foi um assassinato? Pode ser que sim. Brumadinho foi assassinato? Tudo indica. Agentes do poder político mantêm o povo brasileiro na pobreza enquanto sustêm a fome e a sede do capital estrangeiro.

O nióbio é o caminho para libertação da economia brasileira se os políticos não pararem de trair o povo. A traição da classe política é algo estarrecedor porque submete o país à escravidão externa. 



Comentários

MAIS LIDAS

Aberração | Filhas solteiras de senadores ganham 33 mil reais. "Isso vai acabar", diz Bolsonaro

Goooooool! | Governo decide acabar com auxílio-reclusão

Deputados querem "gorjeta' de R$ 10 milhões pra votarem a Reforma da Previdência