Entregador do IFood é ameaçado por policial militar. Câmeras flagram ação

Imagem
A conduta do policial militar que ainda não teve seu nome revelado demonstra abuso de autoridade. O caso foi registrado por câmeras de segurança de um condomínio no Distrito Federal.
O entregador do IFood realizava o serviço quando teve que parar a motocicleta para fazer a entrega dentro do residencial. Por um instante apareceu o homem de camiseta e bermuda que obrigou o trabalhador sair do local. Não satisfeito, ainda sacou uma pistola da cintura em grave tom de ameaça contra a vida do motoboy. 
Ainda não se sabe o motivo de tanta ignorância. O caso foi registrado e será apurado pela 12ª Delegacia de Polícia.


Confira a atitude bizarra e grotesca de um policial que estraga a imagem da corporação.
Toda profissão tem que ser respeitada! Esse homem sentado ele é motoboy do ifood ele foi fazer uma entrega de rotina em um Residencial e por conta de ter estacionado o veículo dentro do prédio o policial que mora no condomínio foi expulsa-lo !! Isso é inaceitável pic.twitter.com/libTE9BP1d — Sar…

Juiz pede que estagiária envie fotos de biquíni. O Brasil precisa de intervenção constitucional

Pedidos de encontro e até de fotos de biquíni de estagiária levaram o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a decidir afastar e abrir processo administrativo disciplinar contra o juiz Glicério de Angiólis Silva. O magistrado é acusado de assédio sexual e moral nas comarcas de Miracema e Laje de Muriaé, interior do estado. 

As denúncias foram feitas pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (Sind-Justiça), em 2016, mas arquivada pelo Tribunal de Justiça. De acordo com o processo, o juiz era alvo de dez acusações, entre elas, falta de urbanidade com advogados e servidores, remoção irregular de servidores, além de assédio sexual contra duas estagiárias.

Para a conselheira Iracema do Vale é preciso aprofundar as investigações. Ela ressaltou que há divergências entre a forma como o TJRJ descreve a conduta do juiz, baseado em determinados depoimentos que afastam a sua irregularidade, e a forma descrita pelas Corregedorias do tribunal do Rio e do CNJ. “Inadmissível que um magistrado, investido regularmente de suas funções jurisdicionais, venha a portar-se de forma censurável, ainda mais em seu local de trabalho. Espera-se moderação, equilíbrio e sobriedade para a preservação da autoridade do cargo”, enfatizou.


Comentários

MAIS LIDAS

Deputados querem "gorjeta' de R$ 10 milhões pra votarem a Reforma da Previdência

Maduro mandar queimar lojas da Maçonaria sob acusação de organização criminosa

Arábia Saudita e Rússia ameaçam romper relações com Brasil. Agora ficou bonito!