Pastor admite estupro de menor mas culpa o demônio

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O pastor de uma igreja na cidade de Gaithersburg, no estado de Maryland (EUA), foi preso nesta quarta-feira (25) após ser acusado de uma tentativa de estupro por uma menina que frequentava o local. Ao ser questionado sobre o abuso, ele afirmou que foi levado a atacar a vítima por 'demônios internos'.
Segundo informações da rede de TV norte-americana NBC, o home, identificado como Octavio Cantarero, de 42 anos, é pastor na Igreja Pentecostal Príncipe da Paz e teria invadido o quarto da jovem, que não teve a idade revelada, enquanto ela dormia.
No depoimento, a vítima afirmou que acordou com Cantarero já em cima dela, mas que conseguiu lutar com ele e fugir do quarto. Após a tentativa de estupro, ele teria tentado abafar o caso e silenciar a garota com alguns presentes, além de prometer que a colocaria em uma escola e até pagaria o aluguel de uma residência, caso ela quisesse se mudar.
Ainda de acordo com a publicação, a menina vivia em um dos quartos da igreja desde o último di…

Implodiu o Rio de Janeiro. Lava Jato descobre arquivo secreto da quadrilha de políticos

Uma descoberta recente tem trazido ainda mais elementos para as investigações da Operação Lava-Jato no Rio . A força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) encontrou 17 mil caixas de documentos da empresa Trans- Expert em um depósito localizado na Pavuna, na Zona Norte do Rio. De acordo com os procuradores, a transportadora era usada como uma espécie de banco do esquema do esquema do ex-governador do Rio Sérgio Cabral , guardando e distribuindo o dinheiro de propinas pagas por empresários.


As caixas estavam armazenadas no depósito, num espaço que era arrendado pela Trans-Expert para a custódia dos documentos. A transportadora, no entanto, deixou de efetuar os pagamentos para que os documentos ficassem guardados no local . A empresa que armazenava os objetos resolveu, então, comunicar, no fim do ano passado, aos procuradores da Lava-Jato sobre a existência desses papéis, até então desconhecidos pelos investigadores.

Outro documento encontrado no depósito que integra a peça em que o MPF pediu a prisão de Regis.


No fim do ano passado, foram realizadas três buscas e apreensões no depósito para que os documentos fossem recolhidos, uma em novembro, outra em dezembro e uma última este mês. Os mandados foram autorizados pelo juiz Marcelo Bretas, da 7a Vara Federal Criminal. Todo o material está passando por uma análise para subsidiar investigações em curso e também para nortear novos caminhos de apuração.

Entre os papéis encontrados, há comprovantes de entregas de dinheiro a diversas pessoas, inclusive algumas que não estavam no radar da força-tarefa da Lava-Jato. Alguns documentos que estavam no depósito já serviram como elementos de prova para que o MPF solicitasse a nova prisão do ex-secretário da Casa Civil Régis Fichtner, que ocorreu na última sexta-feira. Foi a segunda vez que ele foi preso na Lava-Jato.

Em meio às caixas de documentos da Trans-Expert foram encontrados ainda recibos de entrega de valores contendo a inscrição “a Fernando", “a mando de Régis”. Fernando França Martins, coronel da Polícia Militar é apontado pelos procuradores como homem de confiança do ex-secretário de Cabral. Era Fernando que, segundo os procuradores, recebia as propinas para Fichtner. Os comprovantes continham como endereço de entrega uma sala comercial no Centro do Rio usada por Fernando. Lava-jato.


Para o MPF, a nova descoberta traz elementos valiosos porque são provas independentes das delações premiadas e do sistema dos doleiros delatores Vinicius Claret, o Juca Bala, e Claudio Barboza, o Tony. Eles eram operadores do esquema de Cabral e usavam os serviços da Trans-Expert para entrega de recursos, mas tinham um sistema próprio de controle de entrada e saída de propina. No depósito, havia caixas com a identificação “Insider”. Esse era o codinome dos doleiros na transportadora.


A Trans-Expert apareceu nas investigações da força-tarefa da Lava-Jato ainda na primeira fase em que o esquema de Cabral foi desvendado, em novembro de 2016, quando ocorreu a prisão do ex-governador. Depois da revelação do caso, carros da transportadora que estavam se deteriorando na empresa. O juiz Bretas, então, autorizou que eles fossem repassados à Secretaria.


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