Rodrigo Maia recebe envelope com fezes

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O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), recebeu em seu gabinete como parlamentar, localizado no Anexo IV da Casa, um envelope contendo detritos fecais, há cerca de dez dias. O caso do envelope com fezes está sendo investigado pela Polícia Legislativa da Câmara.
Segundo rumores, o próprio Maia contou a amigos sobre o envelope e pediu que o caso fosse investigado. A informação é que o envelope foi aberto por uma funcionária do gabinete.
Outros deputados teriam recebido envelopes semelhantes em seus gabinetes. Na ocorrência, a Polícia identificou um remetente falso e registrou o conteúdo como “fezes”.

Política | Padre ligado ao Partido do Trabalhadores é exonerado por conta de pedofilia

O padre Severino Melo (PT) comunicou à prefeita do Conde, Márcia Lucena (PSB), nesta segunda-feira (21), que formalizará ainda nesta semana o pedido de exoneração do cargo de Secretário-chefe de Gabinete da administração municipal. A decisão foi tomada após a repercussão da matéria divulgada pelo Fantástico, da Rede Globo, a respeito da condenação da Arquidiocese da Paraíba por supostos abusos sexuais de religiosos contra crianças e adolescentes. O nome de Melo aparece entre três os sacerdotes apontados como responsáveis pelos abusos. As vítimas relataram relações sexuais também com Jaelson Alves de Andrade e Ednaldo Araújo dos Santos, além do então arcebispo Dom Aldo Pagotto.


Na conversa que teve com a prefeita, Severino Melo deu explicações sobre os motivos que o levaram a decidir pelo pedido de exoneração. Antes de tomar a decisão, ele teria procurado outros auxiliares da administração municipal. De todos, ouviu relatos sobre as dificuldades que a permanência dele no cargo trariam para a prefeitura. Seria um problema difícil de administrar. O religioso está licenciado do cargo, enquanto faz visita a parentes no Estado da Bahia. Ele foi admitido na equipe de governo ainda no início da gestão de Márcia Lucena. Pesou para a contratação os trabalhos sociais desenvolvidos na cidade. A nomeação ocorreu em 2017, apesar de as denúncias já serem conhecidas na época.

A Arquidiocese da Paraíba foi condenada pela Justiça do Trabalho a pagar uma indenização de R$ 12 milhões, em decisão da primeira instância. Os casos denunciados e a ação movida pelo Ministério Público do Trabalho ganharam repercussão pela primeira vez em 2014, com uma carta escrita por uma fiel. Ela denunciou inúmeros casos de abusos na Igreja, tudo contando com a anuência, inclusive, do hoje arcebispo emérito dom Aldo Pagotto.




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