Camargo Correa: explodiu o escândalo da maior de todas empreiteiras

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O Antagonista revelou dias atrás que a Polícia Federal apreendeu planilhas, contratos e recibos com mais de R$ 11 milhões pagos pela Camargo Corrêa a Márcio Thomaz Bastos e a uma dezena de escritórios de advocacia no âmbito das investigações da Operação Castelo de Areia.
O valor, porém, é quase quatro vezes maior. Em sua delação, Antonio Palocci disse que a Camargo Corrêa pagou um total de R$ 40 milhões.
Nesse valor, estariam os “5 milhões” que o ex-ministro afirma terem sido usados para a compra de uma liminar que travou a operação. Como mostramos em primeira mão, a cifra coincide com dois repasses feitos pela empreiteira logo após duas importantes decisões judiciais sobre o caso.
Segundo Palocci, Thomaz Bastos teria lhe dito que “pagou 5” no exterior, o que criou certa confusão na investigação sobre qual seria a moeda utilizada: dólares ou reais. Com os novos dados, a PF desconfia que não foram US$ 5 milhões, mas o equivalente a R$ 5 milhões na moeda americana.
Como revelamos em ago…

Léo Pinheiro entrega nomes do Poder Judiciário

O empreiteiro José Adelmário Pinheiro, o Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, assinou acordo de delação premiada onde coloca em suas declarações nomes ligados ao Poder Judiciário.


A defesa de Lula afirma que as declarações de Léo Pinheiro soam como um "prêmio para perseguição jurídica iniciada contra Lula".

Em agosto de 2016, o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, suspendeu as negociações, após o vazamento de informações sobre as tratativas entre o empresário e investigadores da Lava Jato.

O documento sigiloso foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) por envolver autoridades com foro privilegiado. O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato na Corte, deverá decidir o destino da delação.

Léo Pinheiro assina delação

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