Bomba-relógio: EUA criaram uma bolha de dívidas maior que 2008. É assustador!

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Analistas econômicos cada vez mais se lembram da crise financeira de 2008 e advertem que as bolhas podem voltar e arrebentar a qualquer momento. Analista econômico avalia o perigo atual.
Se há mais de 10 anos foi a bolha do mercado imobiliário, agora há outra bomba-relógio: a dívida corporativa, opina o analista econômico Michael Snyder.
“Nós enfrentamos uma bomba de dívida corporativa que é muito, muito maior do que a que enfrentamos em 2008”, disse o autor no seu artigo para TheMostImportantNews.com.
Segundo o analista, as taxas de juros excessivamente baixas da última década permitiram às corporações estadunidenses acumular a maior dívida corporativa da história.
A dívida corporativa total dos Estados Unidos alcançou quase US$ 10 trilhões (R$ 41 trilhão), um recorde de 47% da economia em geral, observa o autor.
No entanto, a dívida total das empresas é na realidade muito maior, se se tiver em conta a dívida das pequenas e médias empresas, as empresas familiares e outras que não est…

Política e Poder | Dilma demitiu Roger Agnelli da Vale e depois ele morreu em "acidente" de avião

Todos devem saber que a Vale foi privatizada em 1997 no governo FHC, mas poucos sabem que o governo indiretamente controla a empresa através de fundos de pensões e acordos com o Bradesco.

No dia 14 de Março de 2011, após enviar uma carta a Dilma alertando sobre a corrupção na cidade de Parauapebas, que era administrada por um prefeito petista, Agnelli, então diretor da Vale, havia sido demitido por influência de Dilma. A presidente usou as participações do governo nas ações da Vale e influenciou o Bradesco para votar contra Agnelli.

O ex-executivo da Vale era um homem excelente nos negócios, havia colocado a Vale no terceiro lugar do ranking das maiores mineradoras do mundo e gerado mais de 100 mil empregos durante sua gestão. Angelli fez a Vale ultrapassar a Petrobrás em valor de mercado em 2010, algo inédito para o mercado, uma empresa que vende aço valer mais que uma petrolífera. Mas esse excesso de competência não agradou a presidente, que alegou que o executivo havia sido demitido por conta dos cortes de gastos da Vale, decisão tomada pelo executivo para compensar a crise financeira (a carta de Agnelli denunciando a corrupção do PT foi só uma “coincidência”).

Em uma entrevista no Roda Viva em 2011, o ex-prefeito de São Paulo Kassab havia comentado que a demissão de Agnelli da Vale foi um erro grave do governo petista e o tempo iria dizer quem estava certo. E os anos se passaram e a Vale só perdeu valor em mercado desde então. Em 2015, sem Agnelli, a empresa assistiu a sua maior tragédia natural da história, quando uma das barragens da Samarco, subsidiária da Vale, rompeu e fez um enorme estrago na região de Mariana.

Agora, mais uma vez o nome do executivo aparece na mídia, e dessa vez foi para noticiar a infeliz notícia de sua morte. Nesse sábado, dia 19, o executivo sofreu um acidente de avião na zona norte de São Paulo e faleceu. E misteriosamente a aeronave não tinha caixa-preta e, sendo assim, não será possível investigar precisamente as causas do acidente.

Muitos já dizem que a morte de Agnelli é um novo caso de “Celso Daniel” por ele já ter denunciado escândalo de corrupção do PT no passado. Mas independentemente das coincidências que levam a essas teorias conspiratórias, a intervenção do estado na Vale foi um erro. E esse erro talvez não evitaria a morte do executivo, que morreu por um acidente, mas no caso de Mariana, poderia ter sido diferente se Agnelli não tivesse sido demitido por Dilma.



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