Trump mandará brasileiros ilegais para prisões em outros países

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O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) cogita enviar imigrantes brasileiros que cruzam a fronteira do México de volta ao território mexicano enquanto aguardam audiência em tribunais norte-americanos, de acordo com uma autoridades EUA e uma autoridade mexicana a par das conversas.
As deliberações são uma reação ao aumento do número de brasileiros chegando à divisa entre EUA e México para pedir asilo a Washington, disseram as autoridades. O governo do presidente Donald Trump também estuda a possibilidade de enviar brasileiros postulantes a asilo a outras nações, segundo o funcionário norte-americano.
Trump, que busca a reeleição em novembro, fez da imigração um dos argumentos centrais de seu discurso ao eleitores. Durante seu governo, ele criticou os postulantes a asilo e argumentou que a maior parte dos imigrantes que chegam à fronteira carecem de uma justificativa válida para pedir proteção.
(com informações de Reuters)

Loterias da Caixa podem ter sido usadas para lavagem de dinheiro, aponta COAF

Relatórios do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), ligado ao Ministério da Fazenda, apontam indícios de lavagem de dinheiro em loterias da CEF (Caixa Econômica Federal) com a suposta conivência de funcionários.

Os sinais de irregularidades constam de documentos emitidos entre 2002 e 2006 e, segundo o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que divulgou os dados, o esquema teria servido para dar aparência legal a cerca de R$ 32 milhões provenientes de atividades criminosas.

Um dos mecanismos usados seria a compra de bilhetes premiados dos reais vencedores. "Todos nos lembramos do fenômeno João Alves. Quando apanhado na CPI do Orçamento com uma fortuna não justificada em suas contas bancárias, ele declarou que ganhara inúmeras vezes na loteria. Pois ele fez escola", afirmou Dias.

O esquema, com 75 pessoas, foi informado ao Ministério Público, à Polícia Federal e à Procuradoria Geral da República. Entre os que aparecem nos relatórios do Coaf está o doleiro Antonio Claramunt, o "Toninho da Barcelona", que teria recebido R$ 215,7 mil, em 3 de abril de 2002, referente a 38 prêmios, em cinco modalidades distintas de sorteio.

Em São Paulo, três irmãos ganharam 525 vezes, levando ao todo R$ 3,77 milhões. Um outro, de São Paulo, teve sorte 327 vezes e recebeu R$ 1,58 milhão. O Coaf cita ainda um homem que descontou 107 bilhetes no mesmo dia, em São Paulo, no valor de R$ 310 mil.

Entre os 75 supostos envolvidos no esquema estão acusados de homicídio, estelionato, receptação, sonegação fiscal, contrabando, evasão de divisas, loterias clandestinas e crimes contra o sistema financeiro.

Em 2004, a Folha revelou que um grupo de 200 pessoas venceu 9.095 vezes nos jogos da Caixa entre março de 1996 e fevereiro de 2002, enquanto 98,6% das 168.172 pessoas premiadas alguma vez no período só acertou até quatro vezes.

"A Caixa simplesmente comunica ao Coaf e não toma providência interna para evitar o crime", disse o senador.


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