Major Olimpio ataca publicamente Bolsonaro

Imagem
O senador Major Olímpio deu entrevista à Rádio Jovem Pan na tarde deste domingo (08) durante os protestos convocados pelos movimentos sociais. Olímpio está no PSL e não quis acompanhar o presidente Bolsonaro para o novo partido Aliança Pelo Brasil.
Olímpio ainda se diz amigo de Bolsonaro porém destacou que o presidente foi insuflado pelos filhos e advogados para embarcar no que classificou como "aventura política" e rotulou a sigla como "Titanic político".




Confira a fala do senador do PSL-SP.



Na minha visão ele(@jairbolsonaro) cometeu um grande equívoco, saiu de um partido 100% dele pra uma aventura chamada aliança, será um Titanic político"@majorolimpio totalmente fora da realidade, não percebeu que quem está no Titanic político é ele.
pic.twitter.com/XXoeXmyXL7 — Sakura 🇧🇷🇯🇵 (@JapaDoBonor0) December 8, 2019

MATTIS MANDA O RECADO | "Melhor lidar comigo do que com meus soldados e marinheiros"

O secretário de Defesa, James N. Mattis, disse que os Estados Unidos estão tentando aprofundar as relações com os parceiros do hemisfério.

Mattis disse aos estudantes da Escola de Guerra do Rio de Janeiro que os Estados Unidos “ganharão sua confiança diariamente. Queremos ser seu parceiro; especialmente se o problema se aproxima".

Esta é a primeira visita de Mattis à região como secretário. Ele disse aos estudantes que os Estados Unidos buscam aliados e buscam aumentar a cooperação entre os parceiros.

“Nossas línguas nativas podem ser diferentes, mas quatro décadas de serviço militar me persuadiram de que a profissão de armas tem uma linguagem própria e uma maneira de transformar estranhos em família”, disse Mattis.

Mattis descreveu seu trabalho para os oficiais brasileiros, dizendo que ele é um conselheiro do comandante eleito em chefe. Ele fornece opções militares ao presidente, e ele fornece supervisão civil das forças armadas dos EUA.

Soluções de trabalho

"Sabe qual é o meu verdadeiro trabalho?", indagou aos oficiais. “Meu trabalho real é tentar manter a paz por mais um ano, mais um mês, mais uma semana, mais um dia, enquanto os diplomatas tentam encontrar uma solução para problemas muito difíceis.”

Ele também descreveu as linhas de esforço no Departamento de Defesa. O primeiro é aumentar a letalidade dos militares dos EUA.

"Quero que qualquer adversário saiba que é melhor lidar com nosso secretário de Estado e nossos diplomatas", disse ele. "Eles não querem lidar comigo e com meus soldados, marinheiros, aviadores e fuzileiros navais."

Outra linha de esforço é fortalecer e ampliar as relações dos EUA com os aliados. “É simples: nações com aliados prosperam; nações sem aliados não sobrevivem ”, disse Mattis.

O motivo de sua viagem à região é incentivar a parceria. O secretário irá ao Indo-Pacífico no próximo mês e na Europa depois disso, disse ele. "Isso não é algo que você liga um dia, entra, faz um discurso, sai e depois esquece", ele disse. "Deve ser sustentado."

Confiança é a moeda para esses relacionamentos. “Quando falo com altos oficiais americanos, eu digo a eles que precisam aprender a construir harmonia”, disse Mattis. “Se eles não podem construir confiança através das linhas nacionais, através de linhas militares, linhas de serviço conjuntas, linhas civis e militares, se eles não podem construir confiança e harmonia de operações, então sua liderança… está obsoleta e eles devem ir para casa, pois não tenho uso para eles."

Ouvindo aliados

Mattis disse que os líderes seniores devem ouvir os líderes aliados e estar preparados para seguir seus conselhos. "A nação com a maioria dos porta-aviões não está sempre certa", disse ele.

Líderes militares seniores dos EUA buscam um hemisfério colaborativo e seguro, “em que individualmente e coletivamente mantemos a consciência situacional em todos os domínios”, disse ele.

Os parceiros devem compartilhar informações com os vizinhos porque as prioridades hemisféricas devem ser abordadas em conjunto, disse o secretário.

Os Estados Unidos e o Brasil são parceiros de longa data. O Brasil lutou ao lado de militares dos EUA na Segunda Guerra Mundial e continua a servir ao lado deles hoje. Mattis está pessoalmente empenhado em fortalecer o relacionamento entre militares entre os EUA e o Brasil.

"Juntos, buscamos fortalecer nossa parceria estratégica cooperativa que é transparente, confiável e estável", disse ele. “Eu vejo um futuro brilhante à frente para o Brasil e nosso hemisfério”.

(fonte: site da Defesa dos EUA)


Comentários

  1. Estou muito feliz em ter vcs dos Estados unidos da América como nossos aliados epiderme proporcionar de volta a paz em meu amado Brasil fico eternamente grata por vcs existirem e nos dar essa tão grande ajuda Deus os abençoem a vcs todos irmãos americanos e ao digníssimo senhor Ronald Trump obrigada eternamente obrigada

    ResponderExcluir
  2. Os americanos são nossos irmãos eles são bem vindos
    Ásia não nos representa nem chineses

    ResponderExcluir
  3. AMÉM INTERVENÇÃO F A JÁ SALVE SELVA AÇO E DEUS NO COMANDO

    ResponderExcluir
  4. SEMPRE TIVE NO MEU CONSEITO ALGO BOM DOS AMERICANOS QUE VI DESDE OS FAROESTES COMO EM TODOS OS FILMES, E NOTICIAS DA CAZA BRANCA FORMEI EM MIM A IMAGEM REAL DAS AMERICAS E LOGICO EM TODA PARTE TEM ESPINHOS . MAS AMERICA EO PRIMEIRO MUNDO EM DESENVOLVIMENTO E POLITICA .,

    ResponderExcluir
  5. INTERVENÇÃO F A JÁ SALVE SELVA AÇO E DEUS NO COMANDO

    ResponderExcluir

Postar um comentário

MAIS LIDAS

Aberração | Filhas solteiras de senadores ganham 33 mil reais. "Isso vai acabar", diz Bolsonaro

Goooooool! | Governo decide acabar com auxílio-reclusão

Deputados querem "gorjeta' de R$ 10 milhões pra votarem a Reforma da Previdência